Mais Porto Santo vai apresentar lista candidata às autárquicas de 2021

Cerca de 170 pessoas participaram no jantar de Natal do Mais Porto Santo, que decorreu num restaurante da Camacha, onde o líder do movimento anunciou a apresentação de uma lista candidata às eleições autárquicas de 2021. "É já uma certeza a...

Mais Porto Santo vai apresentar lista candidata às autárquicas de 2021
Cerca de 170 pessoas participaram no jantar de Natal do Mais Porto Santo, que decorreu num restaurante da Camacha, onde o líder do movimento anunciou a apresentação de uma lista candidata às eleições autárquicas de 2021. "É já uma certeza a nossa recandidatura, através de uma lista constituída por um conjunto de pessoas de inquestionável idoneidade, valia técnica e saber profissional. Podem continuar a confiar neste movimento independente de cidadãos, cujo principal lema é defender de forma intransigente os interesses do Porto Santo e dos Porto-santenses", assumiu José António Castro. O líder do Mais Porto Santo garante que a lista a apresentar "voltará a ser valorizada pela diferença e pela indiscutível independência" e certifica que "não estará subordinada ou ficará submissa aos interesses partidários, que na maioria das ocasiões penalizam o Porto Santo". "Não há hoje nenhum Porto-santense que não esteja cansado e saturado dos dois partidos que formam o Bloco Central, PSD e PS, cujos líderes, no Porto Santo, eternizaram a submissão como forma de governar. Não estamos reféns de ordens ou diretrizes vindas do exterior, que continuam a infernizar quem vive e luta diariamente na Ilha por um futuro melhor, em termos de saúde, educação, transportes aéreos e marítimos, entre tantos outros desafios", vinca o vereador do Mais Porto Santo, que se diz farto da dependência e da falta de garra e determinação de quem atualmente lidera os destinos camarários.  "Chega a ser humilhante o enxovalho público, perante tanta inércia, falta de comunicação e coragem política. O Porto Santo precisa de 'Mais', por isso vamos voltar à luta, mesmo que com armas desiguais, sabendo que no financiamento das campanhas, os grupos de cidadãos que se apresentem a sufrágio sejam obrigados a pagar 22% de IVA e os partidos fiquem isentos", lamenta José António Castro.