Manifestação termina com apelos ao Governo

Enfermeiros A manifestação de enfermeiros que ontem juntou cerca de 300 profissionais de várias regiões do País terminou na Praça dos Restauradores, em Lisboa, com apelos ao Governo para a resolução dos problemas que persistem no dia a dia dos enfermeiros. A iniciativa foi promovida pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) para assinalar o Dia Internacional do Enfermeiro e apelar para a “justa valorização” destes profissionais, como se podia ler ao longo da Avenida da Liberdade em várias faixas seguradas pelos enfermeiros, com inscrições como “antigo na profissão, mas ‘novo’ no salário”, “prémios covid-19 são discriminatórios”, “reconhecer a formação de especialista” ou “carreira única”. Já na Praça dos Restauradores, soaram palavras de ordem como “Anos trabalhados, têm de ser contados”, “Viva o Dia Internacional do Enfermeiro” e “Governo escuta, enfermeiros estão em luta”. A encabeçar a manifestação, o presidente do SEP, José Carlos Martins, disse à agência Lusa que a manifestação teve como propósito “enaltecer o grande desenvolvimento da enfermagem, o grande papel, profissionalismo, empenho, dedicação e esforço que os enfermeiros dão todos os dias” para responder à população. “Mas isto também exige melhores condições de trabalho, portanto, é fundamental que o Governo resolva o essencial e que são problemas essenciais dos enfermeiros”, salientou o dirigente sindical, que apontou “a célebre e famigerada contagem dos pontos a todos os enfermeiros e negociação de uma carreira única”.

Manifestação termina com apelos ao Governo
Enfermeiros A manifestação de enfermeiros que ontem juntou cerca de 300 profissionais de várias regiões do País terminou na Praça dos Restauradores, em Lisboa, com apelos ao Governo para a resolução dos problemas que persistem no dia a dia dos enfermeiros. A iniciativa foi promovida pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) para assinalar o Dia Internacional do Enfermeiro e apelar para a “justa valorização” destes profissionais, como se podia ler ao longo da Avenida da Liberdade em várias faixas seguradas pelos enfermeiros, com inscrições como “antigo na profissão, mas ‘novo’ no salário”, “prémios covid-19 são discriminatórios”, “reconhecer a formação de especialista” ou “carreira única”. Já na Praça dos Restauradores, soaram palavras de ordem como “Anos trabalhados, têm de ser contados”, “Viva o Dia Internacional do Enfermeiro” e “Governo escuta, enfermeiros estão em luta”. A encabeçar a manifestação, o presidente do SEP, José Carlos Martins, disse à agência Lusa que a manifestação teve como propósito “enaltecer o grande desenvolvimento da enfermagem, o grande papel, profissionalismo, empenho, dedicação e esforço que os enfermeiros dão todos os dias” para responder à população. “Mas isto também exige melhores condições de trabalho, portanto, é fundamental que o Governo resolva o essencial e que são problemas essenciais dos enfermeiros”, salientou o dirigente sindical, que apontou “a célebre e famigerada contagem dos pontos a todos os enfermeiros e negociação de uma carreira única”.