Médico enfrenta pena de prisão após arrancar útero a mulher que deu à luz na Rússia

Um médico enfrenta até três anos de prisão pela morte de uma paciente após o parto, quando os seus órgãos sexuais internos foram arrancados por engano, em Nizhneserginskaya, na Rússia, de acordo com o Correio da Manhã. Segundo avança o jornal Daily...

Médico enfrenta pena de prisão após arrancar útero a mulher que deu à luz na Rússia
Um médico enfrenta até três anos de prisão pela morte de uma paciente após o parto, quando os seus órgãos sexuais internos foram arrancados por engano, em Nizhneserginskaya, na Rússia, de acordo com o Correio da Manhã. Segundo avança o jornal Daily Mail, citado pela mesma fonte, o profissional de saúde estava a tentar retirar a placenta depois da mulher, Alisa Tepikina, ter dado à luz. O útero foi completamente retirado, fazendo com que a mulher entrasse em coma e morresse devido a uma paragem cardíaca. De acordo com a mesma fonte, a mãe só teve tempo de sorrir para a filha recém-nascida antes de lhe ser retirado o útero. Uma investigação de seis meses levou a acusações de morte por negligência do médico de 27 anos, que pode agora enfrentar uma pena de prisão de três anos. "A tração não controlada ou inadequada do cordão umbilical levou à inversão total do útero", afirmaram, em comunicado, especialistas médicos. "Os órgãos femininos que foram arrancados só foram empurrados para trás quando já era tarde demais", lê-se. Os familiares da vítima mortal ouviram os gritos de dor de Alisa Tepikina, nomeadamente o pai. "A minha filha estava a sofrer muito, a gritar de dor, mas o médico não prestou a devida atenção", sublinhou.