Miguel Brito quer reconhecimento do Porto Santo como Biorregião

Miguel Brito apresentou hoje na Assembleia Legislativa da Madeira um projeto de resolução do PS para a candidatura do Porto Santo à Rede Internacional das Biorregiões, baseado numa estratégia de desenvolvimento integral e sustentado para o Porto Santo, de onde deve decorrer um plano de ação para o modelo de produção biológico, bem como, medidas de revitalização, conservação e preservação do sistema agrícola e alimentar tradicional da nossa ilha. Miguel Brito acredita que o Porto Santo tem todas condições para ser uma Biorregião e precisa de um modelo de desenvolvimento integrado que promova a qualidade de vida da sua população e, simultaneamente, possua uma forma de promoção assente num sistema credível reconhecido internacionalmente pela sustentabilidade. Uma proposta a bem do futuro sustentável do Porto Santo que foi chumbada pela maioria que suporta o Governo Regional. Deste modo, entender o Porto Santo como uma Biorregião significa assumir como prioritária a unificação de todos os projetos ecológicos em curso: "Porto Santo Smart Fóssil Free Island", "Life Dunas", "Porto Santo Reserva da Biosfera", "Porto Santo sem Lixo Marinho", tal como a intenção governamental, ainda por cumprir, de converter, integralmente, a superfície agrícola do Porto Santo ao modo de produção biológico.  Afirmar o Porto Santo como Biorregião significa olhar para a ilha de forma global, onde as partes atuam juntas para o bem comum. O biorregionalismo traduz uma visão profunda e alargada, porque entende o território de forma equilibrada, a partir de todas as formas de vida que nele se desenvolvem, assim como, amplia a perceção de todas as pessoas que nele habitam e que o visitam, para a consciência dos danos causados pela sua ação e, para práticas não invasivas e não exploratórias que provoquem desequilíbrio ecológico.  

Miguel Brito quer reconhecimento do Porto Santo como Biorregião
Miguel Brito apresentou hoje na Assembleia Legislativa da Madeira um projeto de resolução do PS para a candidatura do Porto Santo à Rede Internacional das Biorregiões, baseado numa estratégia de desenvolvimento integral e sustentado para o Porto Santo, de onde deve decorrer um plano de ação para o modelo de produção biológico, bem como, medidas de revitalização, conservação e preservação do sistema agrícola e alimentar tradicional da nossa ilha. Miguel Brito acredita que o Porto Santo tem todas condições para ser uma Biorregião e precisa de um modelo de desenvolvimento integrado que promova a qualidade de vida da sua população e, simultaneamente, possua uma forma de promoção assente num sistema credível reconhecido internacionalmente pela sustentabilidade. Uma proposta a bem do futuro sustentável do Porto Santo que foi chumbada pela maioria que suporta o Governo Regional. Deste modo, entender o Porto Santo como uma Biorregião significa assumir como prioritária a unificação de todos os projetos ecológicos em curso: "Porto Santo Smart Fóssil Free Island", "Life Dunas", "Porto Santo Reserva da Biosfera", "Porto Santo sem Lixo Marinho", tal como a intenção governamental, ainda por cumprir, de converter, integralmente, a superfície agrícola do Porto Santo ao modo de produção biológico.  Afirmar o Porto Santo como Biorregião significa olhar para a ilha de forma global, onde as partes atuam juntas para o bem comum. O biorregionalismo traduz uma visão profunda e alargada, porque entende o território de forma equilibrada, a partir de todas as formas de vida que nele se desenvolvem, assim como, amplia a perceção de todas as pessoas que nele habitam e que o visitam, para a consciência dos danos causados pela sua ação e, para práticas não invasivas e não exploratórias que provoquem desequilíbrio ecológico.