Ministério da Sáúde do Brasil autoriza a utilização de cloroquina nos casos mais graves

O Ministério da Saúde (MS) no Brasil anunciou que a partir desta sexta-feira, a cloroquina poderá ser utilizada no tratamento dos casos mais graves de doentes com coronavírus. Ainda assim, a utilização deste medicamento terá que seguir várias regras estabelecidas pelo MS. A decisão do uso será única e exclusivamente do médico, só poderá ser utilizada em ambiente hospitalar e pelo período de até cinco dias. Em suma, O Ministério da Saúde vai libertar o acesso ao medicamento, com a utilização ou não da cloroquina a ter que ser decidida pelos médicos. Como já foi relatado pela Conselheira das Comunidades, Maria Sardinha, após surgirem os primeiros artigos sobre os estudos da cloroquina no tratamento do COVID-19, houve uma grande corrida às Farmácias e os stocks esgotaram. Quem necessita deste medicamento para tratamento de outras doenças tem tido muitas dificuldades em encontrá-lo. Esta semana, também tem sido palco da discussão se o isolamento total das pessoas é a melhor resposta para impedir o avanço da COVID-19, discussão iniciada pela declaração do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro na passada terça-feira. O Chefe de Estado brasileiro defende que apenas a população que pertence ao grupo de risco (idosos e pessoas com baixa imunidade) deveriam ficar confinadas e que o resto da população deveria voltar ao seu dia-a-dia, tudo com o objetivo de manter a saúde económica do país. Após a declaração surgiram várias críticas, com a Sociedade Brasileira de Infectologia, à cabeça, e a defender o isolamento social como as medidas que “estão a ser tomadas em países europeus desenvolvidos e nos Estados Unidos da América”.  

Ministério da Sáúde do Brasil autoriza a utilização de cloroquina nos casos mais graves
O Ministério da Saúde (MS) no Brasil anunciou que a partir desta sexta-feira, a cloroquina poderá ser utilizada no tratamento dos casos mais graves de doentes com coronavírus. Ainda assim, a utilização deste medicamento terá que seguir várias regras estabelecidas pelo MS. A decisão do uso será única e exclusivamente do médico, só poderá ser utilizada em ambiente hospitalar e pelo período de até cinco dias. Em suma, O Ministério da Saúde vai libertar o acesso ao medicamento, com a utilização ou não da cloroquina a ter que ser decidida pelos médicos. Como já foi relatado pela Conselheira das Comunidades, Maria Sardinha, após surgirem os primeiros artigos sobre os estudos da cloroquina no tratamento do COVID-19, houve uma grande corrida às Farmácias e os stocks esgotaram. Quem necessita deste medicamento para tratamento de outras doenças tem tido muitas dificuldades em encontrá-lo. Esta semana, também tem sido palco da discussão se o isolamento total das pessoas é a melhor resposta para impedir o avanço da COVID-19, discussão iniciada pela declaração do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro na passada terça-feira. O Chefe de Estado brasileiro defende que apenas a população que pertence ao grupo de risco (idosos e pessoas com baixa imunidade) deveriam ficar confinadas e que o resto da população deveria voltar ao seu dia-a-dia, tudo com o objetivo de manter a saúde económica do país. Após a declaração surgiram várias críticas, com a Sociedade Brasileira de Infectologia, à cabeça, e a defender o isolamento social como as medidas que “estão a ser tomadas em países europeus desenvolvidos e nos Estados Unidos da América”.