Ministra da Cultura destaca obra diversa de Julião Sarmento

A ministra da Cultura, Graça Fonseca, lamentou hoje a morte do artista plástico Julião Sarmento, lembrando a sua obra diversa e transversal, de que destaca o trabalho sobre o corpo e o desejo. Julião Sarmento foi um "dos mais internacionais artistas portugueses, com uma obra diversa, transversal e que se destaca pelo seu trabalho sobre o corpo e o desejo, num erotismo simbólico e subtil que é o grande motor da sua criatividade", assinalou a ministra numa publicação na conta de Twitter do Ministério da Cultura. O artista plástico, autor de uma obra multifacetada, morreu hoje, em Lisboa, aos 72 anos, confirmou à agência Lusa a galerista Cristina Guerra. A Galeria Cristina Guerra divulgou também um comunicado, no qual confirmou a morte do artista, "com enorme tristeza", apontando-o como uma "figura central da arte portuguesa desde os anos 1970". Julião Sarmento "foi o primeiro artista da sua geração a alcançar um amplo reconhecimento internacional, expondo em inúmeros museus e eventos de prestígio", e "afirmou-se como um dos grandes interpretes e pensadores no contexto da arte, e a sua vida e obra refletem uma dedicação total ao meio artístico e à arte contemporânea", sublinha a galeria. No seu trabalho, combinava vários suportes, desde a pintura, a fotografia, o desenho, o vídeo, o som e a performance. A galeria acrescenta ainda que o desaparecimento do artista, nascido em Lisboa a 04 de novembro de 1948, "deixa uma enorme dor e vazio" no meio cultural. Várias vezes distinguido, Julião Sarmento recebeu a Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada em 1994, a Medalha de Prata de Mérito Municipal, de Sintra, em 1997, o Prémio Universidade de Coimbra, em 2009, bem como o prémio de Artes Plásticas da Associação Internacional de Críticos de Arte – Secção Portuguesa, em 2012, e o Prémio de Artes Casino da Póvoa, em 2013, segundo a lista de prémios que consta do ‘site’ do artista.

Ministra da Cultura destaca obra diversa de Julião Sarmento
A ministra da Cultura, Graça Fonseca, lamentou hoje a morte do artista plástico Julião Sarmento, lembrando a sua obra diversa e transversal, de que destaca o trabalho sobre o corpo e o desejo. Julião Sarmento foi um "dos mais internacionais artistas portugueses, com uma obra diversa, transversal e que se destaca pelo seu trabalho sobre o corpo e o desejo, num erotismo simbólico e subtil que é o grande motor da sua criatividade", assinalou a ministra numa publicação na conta de Twitter do Ministério da Cultura. O artista plástico, autor de uma obra multifacetada, morreu hoje, em Lisboa, aos 72 anos, confirmou à agência Lusa a galerista Cristina Guerra. A Galeria Cristina Guerra divulgou também um comunicado, no qual confirmou a morte do artista, "com enorme tristeza", apontando-o como uma "figura central da arte portuguesa desde os anos 1970". Julião Sarmento "foi o primeiro artista da sua geração a alcançar um amplo reconhecimento internacional, expondo em inúmeros museus e eventos de prestígio", e "afirmou-se como um dos grandes interpretes e pensadores no contexto da arte, e a sua vida e obra refletem uma dedicação total ao meio artístico e à arte contemporânea", sublinha a galeria. No seu trabalho, combinava vários suportes, desde a pintura, a fotografia, o desenho, o vídeo, o som e a performance. A galeria acrescenta ainda que o desaparecimento do artista, nascido em Lisboa a 04 de novembro de 1948, "deixa uma enorme dor e vazio" no meio cultural. Várias vezes distinguido, Julião Sarmento recebeu a Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada em 1994, a Medalha de Prata de Mérito Municipal, de Sintra, em 1997, o Prémio Universidade de Coimbra, em 2009, bem como o prémio de Artes Plásticas da Associação Internacional de Críticos de Arte – Secção Portuguesa, em 2012, e o Prémio de Artes Casino da Póvoa, em 2013, segundo a lista de prémios que consta do ‘site’ do artista.