Mulher condenada a prisão perpétua por matar filhas porque atrapalhavam vida sexual

Uma mulher de 23 anos foi condenada a pena de prisão perpétua, por ter morto as duas filhas, para poder fazer a sua vida sexual à vontade. De acordo com o Correio da Manhã, Louise Porton, de Rugby, Inglaterra, afirmava que as crianças atrapalhavam...

Mulher condenada a prisão perpétua por matar filhas porque atrapalhavam vida sexual
Uma mulher de 23 anos foi condenada a pena de prisão perpétua, por ter morto as duas filhas, para poder fazer a sua vida sexual à vontade. De acordo com o Correio da Manhã, Louise Porton, de Rugby, Inglaterra, afirmava que as crianças atrapalhavam a sua vida sexual e, por esse motivo, matou-as. A mesma fonte, que cita o jornal Mirror, informa que a jovem sufocou Lexi, de 3 anos, e estrangulou Scarlett, de 16 meses, e ligou posteriormente para o número de emergência médica.  Os meios de socorro foram acionanados, no entanto, quando chegaram ao local estranharam o facto de a mãe não aparentar estar muito preocupada com as filhas.  Durante as investigações à morte das crianças, soube-se que a mulher tinha aceite 41 pedidos de amizade numa aplicação de relacionamentos no dia seguinte à morte das meninas. Ainda segundo noticiado pelo CM, o julgamento de Louise durou cinco semanas, com a mulher a ser condenada a prisão perpétua, com um mínimo de 32 anos de prisão efetivamente cumprida. As meninas "eram crianças sem culpa nenhuma, claramente vulneráveis, e deviam ter podido confiar na mãe para as proteger e criar", referiu a juiza, em Tribunal. Em vez disso, continuou a juíza, "a senhora tirou-lhes a vida".