“O voto contra a Madeira é a principal marca que o PS deixa na Assembleia da República”, diz Sara Madruga da Costa

“É lamentável que votar contra a Madeira seja a principal marca do PS e o legado que os seus deputados, eleitos pela Região, deixam na Assembleia da República, algo que se agrava quando nunca tivemos uma governação socialista tão penalizadora para os Madeirenses como a de António Costa” afirmou, hoje, a deputada Sara Madruga da Costa, numa iniciativa política em que elencou alguns dos exemplos de uma postura “que deixa evidente de que lado é que o PS/M esteve ao longo dos últimos anos” mas, também, daquilo que tem sido a falta de compromisso do Governo da República. Conforme referiu, o recente bloqueio à discussão e à admissão de novas empresas no CINM, a partir do dia 1 de janeiro, ”é apenas um grave exemplo da postura recorrente do PS contra a Madeira na Assembleia da República”, fazendo questão de lembrar que o PS “foi a única força partidária que se opôs à discussão que já estava agendada na ordem de trabalhos”, mesmo que consciente dos graves prejuízos que essa decisão acarretaria para a Região. Uma postura que “é negativa e contraproducente à defesa dos interesses da Madeira e que ainda se agrava quando temos um Primeiro-Ministro que, em seis anos, não foi capaz de cumprir com a sua palavra, não foi capaz de ser solidário e não resolveu nenhum dos problemas dos Madeirenses”, disse. “É preciso lembrar que António Costa não cumpriu com a sua palavra em relação aos 50% do financiamento do Hospital da Madeira, que nada fez relativamente ao ferry que prometeu para todo o ano, que recusou todos os pedidos de ajuda, moratórias e garantias apresentados pela Região, que ainda não regulamentou o subsídio social de mobilidade, que não avançou com a instalação dos equipamentos de deteção de turbulência no aeroporto da Madeira, com a remodelação das esquadras da PSP nem com a majoração do financiamento da Universidade, bem como também não assumiu as suas responsabilidades em matéria de subsistemas de saúde, entre muitos outros assuntos”, vincou, sublinhando que seis anos depois, a conclusão a que todos os Madeirenses chegam é que este Primeiro-Ministro não resolveu nenhum dos problemas da Madeira, naquelas que eram as suas responsabilidades e pese embora as promessas, inclusive eleitorais, que chegou a fazer. “Não o fez porque não quis e o que faltou, nestes seis anos, foi vontade política e sentido de Estado”, reforça, ainda, Sara Madruga da Costa, garantindo que o PSD/Madeira, na República, continuará a denunciar este comportamento inadmissível e a exigir tudo aquilo a que os Madeirenses têm direito”. “Para nós, a Madeira está e estará sempre em primeiro lugar e é essa a nossa marca”, concluiu.

“O voto contra a Madeira é a principal marca que o PS deixa na Assembleia da República”, diz Sara Madruga da Costa
“É lamentável que votar contra a Madeira seja a principal marca do PS e o legado que os seus deputados, eleitos pela Região, deixam na Assembleia da República, algo que se agrava quando nunca tivemos uma governação socialista tão penalizadora para os Madeirenses como a de António Costa” afirmou, hoje, a deputada Sara Madruga da Costa, numa iniciativa política em que elencou alguns dos exemplos de uma postura “que deixa evidente de que lado é que o PS/M esteve ao longo dos últimos anos” mas, também, daquilo que tem sido a falta de compromisso do Governo da República. Conforme referiu, o recente bloqueio à discussão e à admissão de novas empresas no CINM, a partir do dia 1 de janeiro, ”é apenas um grave exemplo da postura recorrente do PS contra a Madeira na Assembleia da República”, fazendo questão de lembrar que o PS “foi a única força partidária que se opôs à discussão que já estava agendada na ordem de trabalhos”, mesmo que consciente dos graves prejuízos que essa decisão acarretaria para a Região. Uma postura que “é negativa e contraproducente à defesa dos interesses da Madeira e que ainda se agrava quando temos um Primeiro-Ministro que, em seis anos, não foi capaz de cumprir com a sua palavra, não foi capaz de ser solidário e não resolveu nenhum dos problemas dos Madeirenses”, disse. “É preciso lembrar que António Costa não cumpriu com a sua palavra em relação aos 50% do financiamento do Hospital da Madeira, que nada fez relativamente ao ferry que prometeu para todo o ano, que recusou todos os pedidos de ajuda, moratórias e garantias apresentados pela Região, que ainda não regulamentou o subsídio social de mobilidade, que não avançou com a instalação dos equipamentos de deteção de turbulência no aeroporto da Madeira, com a remodelação das esquadras da PSP nem com a majoração do financiamento da Universidade, bem como também não assumiu as suas responsabilidades em matéria de subsistemas de saúde, entre muitos outros assuntos”, vincou, sublinhando que seis anos depois, a conclusão a que todos os Madeirenses chegam é que este Primeiro-Ministro não resolveu nenhum dos problemas da Madeira, naquelas que eram as suas responsabilidades e pese embora as promessas, inclusive eleitorais, que chegou a fazer. “Não o fez porque não quis e o que faltou, nestes seis anos, foi vontade política e sentido de Estado”, reforça, ainda, Sara Madruga da Costa, garantindo que o PSD/Madeira, na República, continuará a denunciar este comportamento inadmissível e a exigir tudo aquilo a que os Madeirenses têm direito”. “Para nós, a Madeira está e estará sempre em primeiro lugar e é essa a nossa marca”, concluiu.