PCP quer apurar a verdade sobre apoios da UE para a recuperação do 20 de fevereiro

Para o apuramento do ponto da situação sobre as verbas vindas da União Europeia, que deveriam ser para a recuperação e reconstrução de zonas afectadas pela aluvião do 20 de fevereiro de 2010, o PCP decidiu intervir junto da Comissão Europeia para o apuramento da verdade sobre o uso e o destino dos anunciados apoios europeus. No Parlamento Europeu, através do eurodeputado do PCP João Ferreira, foi formalizada uma solicitação de informação detalhada sobre as verbas que deveriam ter feito parte dos financiamentos integrados na chamada Lei de Meios, colocadas ao serviço desta Região para fazer face aos impactos negativos da catástrofe de 2010. Para o PCP, passados que são 10 anos sobre a aluvião do 20 de fevereiro, chegou a hora de um apuramento rigoroso acerca das responsabilidades políticas no uso dos meios colocados ao serviço da Região. Importa saber ao certo como é que a Região acedeu aos meios previstos e como utilizou esses recursos. Tudo isto porque, 10 anos depois, não é admissível tanto atraso na reconstrução, nem são aceitáveis processos com tanta nebulosidade em matérias tão sensíveis como estas que se reportam ao uso de dinheiros da solidariedade, que deveriam há muito ter aplicação concluída. "Na sequência da resposta a perguntas anteriores sobre o tema (E-002261/2013 e E-002269/2013), solicito à Comissão Europeia um ponto de situação atualizado relativamente ao grau de execução das verbas disponibilizadas para acorrer às consequências da catástrofe, particularmente no que se refere ao Fundo de Coesão e ao empréstimo do BEI. Pergunto se houve lugar a devolução de verbas e, em caso afirmativo, qual o montante envolvido. Pergunto ainda, em face das necessidades que persistem, se existem programas e medidas suscetíveis de contribuírem para financiar a resposta a essas necessidades", questionou o eurodeputado João Ferreira.

PCP quer apurar a verdade sobre apoios da UE para a recuperação do 20 de fevereiro
Para o apuramento do ponto da situação sobre as verbas vindas da União Europeia, que deveriam ser para a recuperação e reconstrução de zonas afectadas pela aluvião do 20 de fevereiro de 2010, o PCP decidiu intervir junto da Comissão Europeia para o apuramento da verdade sobre o uso e o destino dos anunciados apoios europeus. No Parlamento Europeu, através do eurodeputado do PCP João Ferreira, foi formalizada uma solicitação de informação detalhada sobre as verbas que deveriam ter feito parte dos financiamentos integrados na chamada Lei de Meios, colocadas ao serviço desta Região para fazer face aos impactos negativos da catástrofe de 2010. Para o PCP, passados que são 10 anos sobre a aluvião do 20 de fevereiro, chegou a hora de um apuramento rigoroso acerca das responsabilidades políticas no uso dos meios colocados ao serviço da Região. Importa saber ao certo como é que a Região acedeu aos meios previstos e como utilizou esses recursos. Tudo isto porque, 10 anos depois, não é admissível tanto atraso na reconstrução, nem são aceitáveis processos com tanta nebulosidade em matérias tão sensíveis como estas que se reportam ao uso de dinheiros da solidariedade, que deveriam há muito ter aplicação concluída. "Na sequência da resposta a perguntas anteriores sobre o tema (E-002261/2013 e E-002269/2013), solicito à Comissão Europeia um ponto de situação atualizado relativamente ao grau de execução das verbas disponibilizadas para acorrer às consequências da catástrofe, particularmente no que se refere ao Fundo de Coesão e ao empréstimo do BEI. Pergunto se houve lugar a devolução de verbas e, em caso afirmativo, qual o montante envolvido. Pergunto ainda, em face das necessidades que persistem, se existem programas e medidas suscetíveis de contribuírem para financiar a resposta a essas necessidades", questionou o eurodeputado João Ferreira.