PCP reuniu-se com dois sindicatos para debater direitos laborais em tempo de pandemia

No âmbito das Jornadas Legislativas do PCP intituladas "Problemas Laborais-Impactos da Pandemia", que se realizarão no próximo dia 18 de julho na Assembleia Legislativa Regional, o deputado Ricardo Lume reuniu hoje com duas estruturas sindicais para analisar os impactos da Pandemia na administração pública local e no sector dos transportes público. Na primeira reunião com o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL), foram abordadas preocupações com os trabalhadores da administração pública local que estão mais expostos a contrair a doença infectocontagiosa COVID-19 nomeadamente bombeiros cantoneiros e coveiros. A necessidade de garantir a regulamentação do subsídio de salubridade penosidade e risco para os trabalhadores da administração local, também foi uma preocupação levantada nesta reunião. O injusto sistema da avaliação dos trabalhadores da administração SIADAP e a inexistente progressão salarial dos trabalhadores das autarquias, faz com que estes profissionais não sintam reconhecido o esforço do seu trabalho, por exemplo, existem trabalhadores a trabalhar há mais de 30 anos e ainda hoje recebem o salário mínimo. Na segunda reunião com o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários e Actividades Metaltúrgicas da Região Autónoma da Madeira (STRAMM), foram abordadas as preocupações com as condições de segurança dos transportes públicos, pelo facto da administração do Grupo Horários dos Funchal não ter pago o valor correspondente ao valor do agente único no período em que decorreram os 3 estados de emergência. Ainda em relação às empresas de transportes públicos foi referido que a empresa SAM pretende colocar parte dos motoristas em lay-off. No sector dos transportes de mercadorias, os trabalhadores de algumas empresas nomeadamente do Grupo Sousa e a Empresa de Cervejas da Madeira colocou trabalhadores em lay-off, mas recorreu a empresas de prestação de serviços e trabalhadores a recibos verdes para manter executarem funções que são desempenhadas pelos seus trabalhadores.   

PCP reuniu-se com dois sindicatos para debater direitos laborais em tempo de pandemia
No âmbito das Jornadas Legislativas do PCP intituladas "Problemas Laborais-Impactos da Pandemia", que se realizarão no próximo dia 18 de julho na Assembleia Legislativa Regional, o deputado Ricardo Lume reuniu hoje com duas estruturas sindicais para analisar os impactos da Pandemia na administração pública local e no sector dos transportes público. Na primeira reunião com o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL), foram abordadas preocupações com os trabalhadores da administração pública local que estão mais expostos a contrair a doença infectocontagiosa COVID-19 nomeadamente bombeiros cantoneiros e coveiros. A necessidade de garantir a regulamentação do subsídio de salubridade penosidade e risco para os trabalhadores da administração local, também foi uma preocupação levantada nesta reunião. O injusto sistema da avaliação dos trabalhadores da administração SIADAP e a inexistente progressão salarial dos trabalhadores das autarquias, faz com que estes profissionais não sintam reconhecido o esforço do seu trabalho, por exemplo, existem trabalhadores a trabalhar há mais de 30 anos e ainda hoje recebem o salário mínimo. Na segunda reunião com o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários e Actividades Metaltúrgicas da Região Autónoma da Madeira (STRAMM), foram abordadas as preocupações com as condições de segurança dos transportes públicos, pelo facto da administração do Grupo Horários dos Funchal não ter pago o valor correspondente ao valor do agente único no período em que decorreram os 3 estados de emergência. Ainda em relação às empresas de transportes públicos foi referido que a empresa SAM pretende colocar parte dos motoristas em lay-off. No sector dos transportes de mercadorias, os trabalhadores de algumas empresas nomeadamente do Grupo Sousa e a Empresa de Cervejas da Madeira colocou trabalhadores em lay-off, mas recorreu a empresas de prestação de serviços e trabalhadores a recibos verdes para manter executarem funções que são desempenhadas pelos seus trabalhadores.