Pedro Calado afirma que o PSD e CDS vão exigir as promessas de Costa feitas à Região

Aconteceu no início da tarde de hoje, no Enotel ‘Baía – Ponta do Sol’ a sessão de encerramento das primeiras Jornadas Parlamentares do PSD - Madeira que contou com a presença de membros do CDS-Madeira, onde a maioria parlamentar promete ‘fiscalizar’...

Pedro Calado afirma que o PSD e CDS vão exigir as promessas de Costa feitas à Região
Aconteceu no início da tarde de hoje, no Enotel ‘Baía – Ponta do Sol’ a sessão de encerramento das primeiras Jornadas Parlamentares do PSD - Madeira que contou com a presença de membros do CDS-Madeira, onde a maioria parlamentar promete ‘fiscalizar’ as promessas do primeiro ministro, António Costa. “Vamos durante estes quatro anos fiscalizar aquilo que o primeiro-ministro prometeu durante a campanha eleitoral. Isso é algo que vamos exigir, que cumpra todas as promessas que fez para com o povo da Madeira. E caso não seja capaz de cumprir essas promessas já a partir de janeiro, o Governo Regional por muito bom dialogo que queira estabelecer, não vai deixar de exigir as promessas que foram feitas a todos os madeirenses e porto-santenses. Nós vamos continuar a trabalhar com respeito mutuo, mas uma coisa fica assente: o respeito tem que vir da república para a Madeira e vice-versa” sublinha Pedro Calado, vice-presidente do PSD-M. Recorde-se que Costa terá prometido à Região mais mobilidade marítima e área, apoio ao novo Hospital, entre outras promessas que agora a maioria parlamentar quer ver respeitada e cumprida. Pedro Calado refere do mesmo modo, o trabalho que o partido tem realizado em termos da redução da dívida pública e global da Região. “Baixamos a taxa de desemprego de 15,8% para 6,9%, estamos a incentivar a economia como estamos a incentivar, estamos a cativar investimento estrangeiro em todas as áreas nunca tivemos uma população empregue como temos neste momento”, frisa. Por fim, declara que têm quatro anos para continuar a implementar a redução fiscal. “Nós vamos continuar a fazê-lo em sede e pessoas singulares do IRS, e em sede de IRC. Vamos tentar estudar a sua aplicação a outros impostos, nomeadamente os impostos indiretos desde que nos assegurem a revisão da lei das finanças regionais”, concluiu.