Pedro Nuno Santos: "se Estado não fizesse o que fez, a TAP falia".

Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, apresentou esta sexta feira, em conferência de imprensa, o plano de reestruturação para a TAP, anunciando que a companhia terá perdas de "6,7 mil milhões de euros em receitas até 2025", , estando previsto um apio de 970 milhões de euros para "garantir a viabilidade e sustentabilidade da companhia no médio prazo". " O privado não tinha dinheiro nem vontade de o injetar na TAP. Se Estado não fizesse o que fez, a TAP falia", explicou o ministro, admitindo, no entanto, que o plano de reestruturação pode sofrer alterações em Bruxelas. "A verdade é que a TAP tinha e tem um conjunto de ineficiências que a torna menos competitiva do que os seus mais diretos concorrentes", esclareceu o ministro das Infraestruturas.  O ministro mais adiantou que o plano da companhia aérea vai ser negociado no primeiro trimestre de 2021. Recorde-se que o Governo acordou com os privados ficar com 72,5% da companhia portuguesa, uma aquisição que ascendeu aos 55 milhões de euros. 

Pedro Nuno Santos: "se Estado não fizesse o que fez, a TAP falia".
Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, apresentou esta sexta feira, em conferência de imprensa, o plano de reestruturação para a TAP, anunciando que a companhia terá perdas de "6,7 mil milhões de euros em receitas até 2025", , estando previsto um apio de 970 milhões de euros para "garantir a viabilidade e sustentabilidade da companhia no médio prazo". " O privado não tinha dinheiro nem vontade de o injetar na TAP. Se Estado não fizesse o que fez, a TAP falia", explicou o ministro, admitindo, no entanto, que o plano de reestruturação pode sofrer alterações em Bruxelas. "A verdade é que a TAP tinha e tem um conjunto de ineficiências que a torna menos competitiva do que os seus mais diretos concorrentes", esclareceu o ministro das Infraestruturas.  O ministro mais adiantou que o plano da companhia aérea vai ser negociado no primeiro trimestre de 2021. Recorde-se que o Governo acordou com os privados ficar com 72,5% da companhia portuguesa, uma aquisição que ascendeu aos 55 milhões de euros.