Pelo menos 42 mortos por consumo de álcool adulterado na República Dominicana

Pelo menos 42 pessoas morreram e outras sete estão hospitalizadas depois de consumirem álcool adulterado na República Dominicana, informaram hoje fontes oficiais. "Temos 42 mortos e três fábricas clandestinas desmanteladas", disse à agencia espanhola Efe o ministro da Saúde dominicano, Rafael Sánchez Cárdenas, que prometeu mais detalhes sobre o caso na sexta-feira. O ministro assegurou que os resultados de laboratório realizados até ao momento indicam que mais de 50 por cento das vítimas não consumiram etanol, mas, sim, outro componente químico com um elevado grau de mortalidade. "Até ao momento, temos sete intoxicados hospitalizados e as autoridades prenderam umas cinco pessoas relacionadas com a produção desse álcool clandestino", precisou Sánchez Cárdenas. Segundo o ministro, as garrafas adulteradas de clerén e triculí (bebidas de fabrico artesanal, destiladas de cana de açúcar) eram vendidas "em mercearias e supermercados" da capital Santo Domingo e da sua área metropolitana. As autoridades sanitárias e criminais já abriram investigações para determinar a natureza do produto e identificar os fabricantes. O Governo, a Procuradoria e a Polícia já instaram a população a limitar o consumo de álcool durante o período de confinamento decretado para conter a pandemia do novo coronavírus, apelando, em especial, para que se evite o consumo de bebidas ilegais. As bebidas clerén e triculí são muito baratas e não têm o aval das autoridades sanitárias, que as consideram impróprias para consumo, pois podem ser contaminadas com metanol, um álcool muito tóxico.  

Pelo menos 42 mortos por consumo de álcool adulterado na República Dominicana
Pelo menos 42 pessoas morreram e outras sete estão hospitalizadas depois de consumirem álcool adulterado na República Dominicana, informaram hoje fontes oficiais. "Temos 42 mortos e três fábricas clandestinas desmanteladas", disse à agencia espanhola Efe o ministro da Saúde dominicano, Rafael Sánchez Cárdenas, que prometeu mais detalhes sobre o caso na sexta-feira. O ministro assegurou que os resultados de laboratório realizados até ao momento indicam que mais de 50 por cento das vítimas não consumiram etanol, mas, sim, outro componente químico com um elevado grau de mortalidade. "Até ao momento, temos sete intoxicados hospitalizados e as autoridades prenderam umas cinco pessoas relacionadas com a produção desse álcool clandestino", precisou Sánchez Cárdenas. Segundo o ministro, as garrafas adulteradas de clerén e triculí (bebidas de fabrico artesanal, destiladas de cana de açúcar) eram vendidas "em mercearias e supermercados" da capital Santo Domingo e da sua área metropolitana. As autoridades sanitárias e criminais já abriram investigações para determinar a natureza do produto e identificar os fabricantes. O Governo, a Procuradoria e a Polícia já instaram a população a limitar o consumo de álcool durante o período de confinamento decretado para conter a pandemia do novo coronavírus, apelando, em especial, para que se evite o consumo de bebidas ilegais. As bebidas clerén e triculí são muito baratas e não têm o aval das autoridades sanitárias, que as consideram impróprias para consumo, pois podem ser contaminadas com metanol, um álcool muito tóxico.