Plataforma AZIA organiza no próximo dia 9 na Calheta uma manifestação contra a aquicultura

A Plataforma AZIA, grupo de Cidadãos que agrega não só locais da Ponta do Sol, mas também da Calheta e restante ilha, organiza no proximo domingo, dia 9 de fevereiro, pelas 17h00, uma manifestação intitulada de ‘Não às Jaulas!’, iniciando com...

Plataforma AZIA organiza no próximo dia 9 na Calheta uma manifestação contra a aquicultura
A Plataforma AZIA, grupo de Cidadãos que agrega não só locais da Ponta do Sol, mas também da Calheta e restante ilha, organiza no proximo domingo, dia 9 de fevereiro, pelas 17h00, uma manifestação intitulada de ‘Não às Jaulas!’, iniciando com concentração junto ao Centro de Maricultura da Calheta, prosseguindo em marcha pela Avenida D. Manuel I até ao início do Pontão da Marina. Segundo a nota de imprensa remetida por Elisabete Andrade, membro da Plataforma AZIA, “a Marismar – Aquicultura Marinha, Lda. [requereu] a utilização dos recursos hídricos referente a uma massa de água afeta ao Domínio Público Marítimo, localizada ao largo da freguesia do Estreito da Calheta concelho da Calheta, para instalação de uma piscicultura flutuante composta por 4 jaulas com 12,7 m de diâmetro e 6 jaulas com 25,5 m de diâmetro, as quais ocuparão uma área superficial de 3.571 m2, inseridos na Zona de Interesse para a Aquicultura designada por AC1”. Contudo, a porta-voz dá conta que “é sabido pela população que acompanha e vê as movimentações em loco, estão a alterar o número e diâmetro das jaulas, tendo, até à data instaladas mais do que as 10 jaulas que constam da requisição. E com um somatório de metros cúbicos igualmente superior”.  “Sem precisar de entrar no debate a favor ou contra a Aquicultura, a população descontente inquire qual o real benefício do sector em termos económicos para a Região. Algo que até agora o Governo Regional não nos sabe elucidar, preferindo apenas propagandear sobre os supostos benefícios da Aquicultura nos seus canais de comunicação institucionais, nomeadamente, na página no Facebook, com base em estudos feitos em outras localidades que não na Região, até porque estes nem existem por cá. Optam, em vez, por fazer censura aos comentários de quem lhes pede esclarecimentos adicionais, bloqueando-os”, rematou.