Preço do barril Brent desce 1,34% para 27,16 ´dólares

O preço do barril de petróleo Brent para entrega em maio terminou hoje no mercado de futuros de Londres em baixa de 1,34%, para os 27,16 dólares, no seguimento de medidas de estímulo económico anunciadas pelos EUA. O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, concluiu a sessão no International Exchange Futures a cotar 37 cêntimos abaixo dos 27,53 dólares com que encerou as transações na sexta-feira. A cotação do Brent chegou hoje a estar a cair 6%, mas reduziu as perdas depois do anúncio de estímulos feito pela Reserva Federal. O banco central norte-americano informou os investidores que vai adquirir uma quantidade ilimitada de Obrigações do Tesouro e títulos com garantia (com colateral), na tentativa de procurar sustentar os mercados financeiros, perante crise provocada pela expansão do novo coronavírus. Mas, apesar destas medidas, a evolução da cotação do barril de crude continua a sofrer com a prevista descida da procura devido à pandemia e à guerra de preços russo-saudita.

Preço do barril Brent desce 1,34% para 27,16 ´dólares
O preço do barril de petróleo Brent para entrega em maio terminou hoje no mercado de futuros de Londres em baixa de 1,34%, para os 27,16 dólares, no seguimento de medidas de estímulo económico anunciadas pelos EUA. O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, concluiu a sessão no International Exchange Futures a cotar 37 cêntimos abaixo dos 27,53 dólares com que encerou as transações na sexta-feira. A cotação do Brent chegou hoje a estar a cair 6%, mas reduziu as perdas depois do anúncio de estímulos feito pela Reserva Federal. O banco central norte-americano informou os investidores que vai adquirir uma quantidade ilimitada de Obrigações do Tesouro e títulos com garantia (com colateral), na tentativa de procurar sustentar os mercados financeiros, perante crise provocada pela expansão do novo coronavírus. Mas, apesar destas medidas, a evolução da cotação do barril de crude continua a sofrer com a prevista descida da procura devido à pandemia e à guerra de preços russo-saudita.