Presidente do RIR diz ser necessário um deputado do povo na “primeira fila”

O presidente do RIR, Vitorino Silva, conhecido por Tino de Rans, afirmou hoje não ter dúvidas de que o partido vai eleger um deputado nas legislativas da Madeira, domingo, realçando que as pessoas querem um representante do povo na "primeira...

Presidente do RIR diz ser necessário um deputado do povo na “primeira fila”
O presidente do RIR, Vitorino Silva, conhecido por Tino de Rans, afirmou hoje não ter dúvidas de que o partido vai eleger um deputado nas legislativas da Madeira, domingo, realçando que as pessoas querem um representante do povo na "primeira fila". "O RIR da Madeira, o Roberto [Vieira, cabeça de lista], vai ser aquela pedra pequena que vai nivelar as pedras grandes, que bem precisam de ser niveladas, porque estão inclinadas", disse, durante uma ação de campanha da freguesia do Monte, nas zonas altas do Funchal. Tino de Rans encontra-se na Madeira e vai acompanhar os candidatos do RIR nestes últimos dois dias de campanha, baseada no porta a porta e no contacto direto com a população, como aconteceu no Monte, onde o líder nacional foi reconhecido por muitas pessoas e até encontrou amigos da sua terra, a passar férias na região. "Tal como os portugueses começaram a conquistar o mundo através da Madeira, o RIR vai eleger aqui o primeiro eleito", afirmou, salientando que a região autónoma tem a "vantagem de estar sempre em transformação", facto que considera ideal para um partido que concorre a eleições pela primeira vez. Tino de Rans apelou à participação nas eleições regionais de domingo e disse que o "adversário" do RIR é a abstenção, criticando, por outro lado, a exclusão do partido de referência nas sondagens e dos debates com as forças com assento parlamentar. "Depois, vão-se contar os votos. Quando soltarem os gráficos, tenho a certeza de que não só os madeirenses, mas também o país e os portugueses do mundo, vão saber que o RIR existe", afirmou. O presidente do Reagir, Incluir e Reciclar sublinhou que está a contar com os "votos das pessoas" e não dos "lóbis, vírus e influências". "Definitivamente, as pessoas querem um deputado do povo na primeira fila", disse. E reforçou: "Eu nunca vi um deputado do povo na primeira fila do parlamento. Eles mandam o povo para a sétima fila, para as galerias, e quando o povo até fala mais alto um bocadinho, vem a polícia e põe-no lá para trás".