Programas de criação de empresas e emprego
geraram 316 projetos e 371 postos de trabalho

IEM [email protected] O desemprego é, sem dúvida, a maior e mais séria consequência social desta pandemia. Na nossa Região, e tal como aconteceu no resto do país, milhares de pessoas viram-se, de um momento para o outro, sem trabalho e muitas ainda continuam à espera da retoma económica para voltarem aos antigos empregos. A Madeira “fechou” o ano de 2019 com 15.324 pessoas em situação de desemprego, quase cinco mil pessoas a menos, se compararmos com os dados divulgados pelo Instituto de Emprego da Madeira (IEM), no final de 2020, e que apontavam para 20.116 desempregados (53,6% mulheres e 92% à procura de novo emprego). Desde então, com este problema social para resolver, o Governo Regional, através da Secretaria Regional de Inclusão Social e Cidadania, tem criado programas para, não só promover a criação de novos postos de trabalho, mas também fomentar o empreendedorismo. Ainda nesta última semana, no primeiro dia de junho, foram assinados no auditório do IEM, oito contratos de criação de novas empresas, no âmbito do Programa de Criação de Empresas e Emprego (CRIEE). Os projetos aprovados contemplam a criação de 20 novos postos de trabalho e correspondem a um montante global de apoio por parte do Governo Regional, na ordem dos 212 mil euros. De acordo com a tutela, este programa dá continuidade ao anterior Programa de Estímulo ao Empreendedorismo de Desempregados (PEED), revisto em 2020, com o objetivo de “reforçar os apoios financeiros a desempregados com espírito empreendedor, majorar a criação de postos de trabalho, simplificar o processo de pagamentos aos empreendedores, incentivar a criação de empregos no âmbito da economia azul/verde e empresas sediadas em concelhos com menor densidade populacional, levando assim a uma maior revitalização e dinamização do tecido empresarial, através da criação de novas empresas”. Para o Executivo madeirense, trata-se de uma medida “fulcral” do ponto de vista da sua importância uma vez que diz respeito à prevenção e combate ao desemprego, “um dos objetivos estratégicos do Programa de Governo”, como faz questão de afirmar. Aliás, já durante este ano, no âmbito daquela medida e novamente através do Instituto de Emprego da Madeira, foram celebrados 22 contratos de concessão de incentivos de projetos, num total de 40 postos de trabalho criados, o equivalente a um montante total de apoio na ordem dos 409 mil euros. Em termos acumulados, o IEM tem, atualmente, 316 projetos PEED/CRIEE em acompanhamento e 371 postos de trabalho associados. Entre os vários postos de trabalho criados, destacam-se áreas tão variadas como a restauração, oficina de reparação automóvel, serviços de limpeza, cabeleireiro, papelaria e comércio e reparação de máquinas e equipamentos. O objetivo, explica o gabinete da secretária regional de Inclusão Social e Cidadania, Augusta Aguiar, é “criar condições que facilitem, por um lado, a inserção ou reinserção no mercado de trabalho de desempregados que apresentem um projeto de negócio viável e, por outro, incentivar e apoiar financeiramente a criação dos postos de trabalho necessários ao desenvolvimento e execução dos respetivos projetos”.

Programas de criação de empresas e emprego
geraram 316 projetos e 371 postos de trabalho
IEM [email protected] O desemprego é, sem dúvida, a maior e mais séria consequência social desta pandemia. Na nossa Região, e tal como aconteceu no resto do país, milhares de pessoas viram-se, de um momento para o outro, sem trabalho e muitas ainda continuam à espera da retoma económica para voltarem aos antigos empregos. A Madeira “fechou” o ano de 2019 com 15.324 pessoas em situação de desemprego, quase cinco mil pessoas a menos, se compararmos com os dados divulgados pelo Instituto de Emprego da Madeira (IEM), no final de 2020, e que apontavam para 20.116 desempregados (53,6% mulheres e 92% à procura de novo emprego). Desde então, com este problema social para resolver, o Governo Regional, através da Secretaria Regional de Inclusão Social e Cidadania, tem criado programas para, não só promover a criação de novos postos de trabalho, mas também fomentar o empreendedorismo. Ainda nesta última semana, no primeiro dia de junho, foram assinados no auditório do IEM, oito contratos de criação de novas empresas, no âmbito do Programa de Criação de Empresas e Emprego (CRIEE). Os projetos aprovados contemplam a criação de 20 novos postos de trabalho e correspondem a um montante global de apoio por parte do Governo Regional, na ordem dos 212 mil euros. De acordo com a tutela, este programa dá continuidade ao anterior Programa de Estímulo ao Empreendedorismo de Desempregados (PEED), revisto em 2020, com o objetivo de “reforçar os apoios financeiros a desempregados com espírito empreendedor, majorar a criação de postos de trabalho, simplificar o processo de pagamentos aos empreendedores, incentivar a criação de empregos no âmbito da economia azul/verde e empresas sediadas em concelhos com menor densidade populacional, levando assim a uma maior revitalização e dinamização do tecido empresarial, através da criação de novas empresas”. Para o Executivo madeirense, trata-se de uma medida “fulcral” do ponto de vista da sua importância uma vez que diz respeito à prevenção e combate ao desemprego, “um dos objetivos estratégicos do Programa de Governo”, como faz questão de afirmar. Aliás, já durante este ano, no âmbito daquela medida e novamente através do Instituto de Emprego da Madeira, foram celebrados 22 contratos de concessão de incentivos de projetos, num total de 40 postos de trabalho criados, o equivalente a um montante total de apoio na ordem dos 409 mil euros. Em termos acumulados, o IEM tem, atualmente, 316 projetos PEED/CRIEE em acompanhamento e 371 postos de trabalho associados. Entre os vários postos de trabalho criados, destacam-se áreas tão variadas como a restauração, oficina de reparação automóvel, serviços de limpeza, cabeleireiro, papelaria e comércio e reparação de máquinas e equipamentos. O objetivo, explica o gabinete da secretária regional de Inclusão Social e Cidadania, Augusta Aguiar, é “criar condições que facilitem, por um lado, a inserção ou reinserção no mercado de trabalho de desempregados que apresentem um projeto de negócio viável e, por outro, incentivar e apoiar financeiramente a criação dos postos de trabalho necessários ao desenvolvimento e execução dos respetivos projetos”.