Projeto 'Tartaruga' da UMa procura apoio para ajudar a Corcunda e a Caravela

O grupo de investigação do projeto ‘Tartaruga’ da Universidade da Madeira está a tratar de duas fêmeas doentes para, depois, poder devolvê-las ao mar.  Embora o seu principal objetivo seja a investigação, este grupo, que trabalha em tartarugas marinhas na Madeira desde 1994, não consegue ficar indiferente ao sofrimento animal. Usa, por isso, as suas instalações para, pro bono, ajudar os animais que, sempre que são trazidos por populares, pela Polícia Marítima ou GNR ou pela Rede de Arrojamentos da Região Autónoma da Madeira, possam ser tratados. Filipa Duarte, licenciada em Biologia e estudante do mestrado Biologia da Conservação, diz ao JM que há duas tartarugas em tratamento: a Corcunda e a Caravela. Estas já foram ao veterinário mas uma delas vai necessitar de mais exames médicos e ainda está a faltar dinheiro para pagar as contas referentes a esses procedimentos. Além disso, há uma conta ainda em aberto, de 150 euros, relativa a uma terceira tartaruga, já devolvida ao mar, de seu nome ‘Maria Manuela’. A Madeira, segundo acrescenta, “é uma das áreas portuguesas com mais tartarugas. Todos os anos se nos deparam animais arrojados, doentes ou feridos, às vezes, enredados em cabos e linhas de pesca”, afirma. Muitas destas tartarugas ficam presas pelas barbatanas e, na tentativa de se soltar, enredam-se ainda mais, fazendo garrote e cortando a circulação à pata, que apodrece no corpo.  A Maria Manuela foi encontrada com suspeita de pneumonia, sem capacidade de natação ou mergulho e cega de um olho. Foi tratada com antibióticos e libertada em novembro do último ano. A Corcunda e a Caravela continuam aos cuidados deste grupo da UMa. Os donativos são feitos para a páginahttps://ppl.pt/causas/tartaruga, havendo depois várias formas de pagamento. A campanha de recolha de fundos iniciou-se a 15 de julho e termina a 3 de agosto.

Projeto 'Tartaruga' da UMa  procura apoio para ajudar a Corcunda e a Caravela
O grupo de investigação do projeto ‘Tartaruga’ da Universidade da Madeira está a tratar de duas fêmeas doentes para, depois, poder devolvê-las ao mar.  Embora o seu principal objetivo seja a investigação, este grupo, que trabalha em tartarugas marinhas na Madeira desde 1994, não consegue ficar indiferente ao sofrimento animal. Usa, por isso, as suas instalações para, pro bono, ajudar os animais que, sempre que são trazidos por populares, pela Polícia Marítima ou GNR ou pela Rede de Arrojamentos da Região Autónoma da Madeira, possam ser tratados. Filipa Duarte, licenciada em Biologia e estudante do mestrado Biologia da Conservação, diz ao JM que há duas tartarugas em tratamento: a Corcunda e a Caravela. Estas já foram ao veterinário mas uma delas vai necessitar de mais exames médicos e ainda está a faltar dinheiro para pagar as contas referentes a esses procedimentos. Além disso, há uma conta ainda em aberto, de 150 euros, relativa a uma terceira tartaruga, já devolvida ao mar, de seu nome ‘Maria Manuela’. A Madeira, segundo acrescenta, “é uma das áreas portuguesas com mais tartarugas. Todos os anos se nos deparam animais arrojados, doentes ou feridos, às vezes, enredados em cabos e linhas de pesca”, afirma. Muitas destas tartarugas ficam presas pelas barbatanas e, na tentativa de se soltar, enredam-se ainda mais, fazendo garrote e cortando a circulação à pata, que apodrece no corpo.  A Maria Manuela foi encontrada com suspeita de pneumonia, sem capacidade de natação ou mergulho e cega de um olho. Foi tratada com antibióticos e libertada em novembro do último ano. A Corcunda e a Caravela continuam aos cuidados deste grupo da UMa. Os donativos são feitos para a páginahttps://ppl.pt/causas/tartaruga, havendo depois várias formas de pagamento. A campanha de recolha de fundos iniciou-se a 15 de julho e termina a 3 de agosto.