PS destaca importância do subsídio de mobilidade para o Porto Santo

O grupo parlamentar do Partido Socialista da Madeira (PS-Madeira) promoveu, esta manhã, no Largo das Palmeiras, no Porto Santo, uma conferência de imprensa onde destacou a importância da atribuição de mobilidade, durante os meses de verão, na dinamização do comércio local após os efeitos nefastos da pandemia.  O deputado Miguel Brito, porta-voz do grupo, e, declarações à comunicação social, começou por dizer que "neste momento, é inevitável não falarmos de recuperação económica que deve ser implementada no Porto Santo". Desta feita destaca a posição do partido, referindo que "o grupo parlamentar do Partido Socialista considera que foi fundamental a atribuição do subsídio social de mobilidade nestes três meses de Verão", elevando a importância deste mecanismo de apoio no papel dinamizador que está a ter na economia local do Porto Santo. Lembrou que esta medida foi "uma premissa e uma bandeira de campanha do PS", e defende que "está é uma ferramenta fundamental para que houvesse uma aposta no turismo interno de modo a fomentar uma maior dinamização da economia local". No entanto, lamenta o facto do PSD, em sede de comissão especializada, ter alterado o conteúdo da proposta, depois da mesma ter sida aprovado por unanimidade em plenário. A proposta do PS defendia assim a atribuição do subsídio de mobilidade, nas viagens entre ilhas, durante todo o ano, sem prazos estipulados, mas o PSD alterou essa mesma proposta, sendo que apenas estará a vigorar durante o presente ano. "Em sede de comissão especializada alteraram a proposta e agora, neste momento, temos uma proposta que será aplicada apenas e somente no ano 2020", disse, referindo assim que "para o próximo ano, os madeirenses deixarão de poder contar com a atribuição do subsídio de mobilidade durante o período de verão". Miguel Brito aproveitou a ocasião para abordar as fragilidades ao nível da Saúde de que o Porto Santo padece. O parlamentar diz mesmo que "em matéria de saúde é premente discutir que futuro terá a unidade o centro de saúde do Porto Santo, pois o edifício encontra-se numa zona de risco". "Atualmente estamos a discutir o novo plano da orla costeira e é urgente que o Governo Regional defina o que quer fazer com o Centro de Saúde do Porto Santo, porque o porto-santenses não podem ficar sem acesso a cuidados médicos",  acrescentou. Miguel Brito aponta ainda que é urgente "delinear uma estratégia para as listas de espera", referindo que "trazer a EMIR ao Porto Santo de uma forma intermitente não resolve os problemas da população". O deputado porto-santense no que toca à Educação, apontou um "ato discriminatório" do Governo Regional em relação aos alunos que frequentam a Escola Dr. Francisco Freitas Branco, pois "são os únicos, na Região, que não têm ao seu alcance uma refeição ao almoço", uma vez que a escola não dispõem de um serviço de refeitório. "É premente definir uma estratégia que trate os alunos todos por igual", concluiu.  

PS destaca importância do subsídio de mobilidade para o Porto Santo
O grupo parlamentar do Partido Socialista da Madeira (PS-Madeira) promoveu, esta manhã, no Largo das Palmeiras, no Porto Santo, uma conferência de imprensa onde destacou a importância da atribuição de mobilidade, durante os meses de verão, na dinamização do comércio local após os efeitos nefastos da pandemia.  O deputado Miguel Brito, porta-voz do grupo, e, declarações à comunicação social, começou por dizer que "neste momento, é inevitável não falarmos de recuperação económica que deve ser implementada no Porto Santo". Desta feita destaca a posição do partido, referindo que "o grupo parlamentar do Partido Socialista considera que foi fundamental a atribuição do subsídio social de mobilidade nestes três meses de Verão", elevando a importância deste mecanismo de apoio no papel dinamizador que está a ter na economia local do Porto Santo. Lembrou que esta medida foi "uma premissa e uma bandeira de campanha do PS", e defende que "está é uma ferramenta fundamental para que houvesse uma aposta no turismo interno de modo a fomentar uma maior dinamização da economia local". No entanto, lamenta o facto do PSD, em sede de comissão especializada, ter alterado o conteúdo da proposta, depois da mesma ter sida aprovado por unanimidade em plenário. A proposta do PS defendia assim a atribuição do subsídio de mobilidade, nas viagens entre ilhas, durante todo o ano, sem prazos estipulados, mas o PSD alterou essa mesma proposta, sendo que apenas estará a vigorar durante o presente ano. "Em sede de comissão especializada alteraram a proposta e agora, neste momento, temos uma proposta que será aplicada apenas e somente no ano 2020", disse, referindo assim que "para o próximo ano, os madeirenses deixarão de poder contar com a atribuição do subsídio de mobilidade durante o período de verão". Miguel Brito aproveitou a ocasião para abordar as fragilidades ao nível da Saúde de que o Porto Santo padece. O parlamentar diz mesmo que "em matéria de saúde é premente discutir que futuro terá a unidade o centro de saúde do Porto Santo, pois o edifício encontra-se numa zona de risco". "Atualmente estamos a discutir o novo plano da orla costeira e é urgente que o Governo Regional defina o que quer fazer com o Centro de Saúde do Porto Santo, porque o porto-santenses não podem ficar sem acesso a cuidados médicos",  acrescentou. Miguel Brito aponta ainda que é urgente "delinear uma estratégia para as listas de espera", referindo que "trazer a EMIR ao Porto Santo de uma forma intermitente não resolve os problemas da população". O deputado porto-santense no que toca à Educação, apontou um "ato discriminatório" do Governo Regional em relação aos alunos que frequentam a Escola Dr. Francisco Freitas Branco, pois "são os únicos, na Região, que não têm ao seu alcance uma refeição ao almoço", uma vez que a escola não dispõem de um serviço de refeitório. "É premente definir uma estratégia que trate os alunos todos por igual", concluiu.