PS diz que as crianças iniciaram o ano letivo “sem refeições” nas escolas

Em comunicado, o grupo parlamentar do PS reagiu na tarde desta quinta-feira, a problemas nas escolas, que considera que começam em simultâneo com o arranque do ano letivo. Dizem os socialistas, que “o ano escolar 2020/21 já se iniciou para as valências de creche e pré-escolar mas na RAM começou da pior forma possível. Começaram as atividades letivas mas não há refeições para as crianças”. No documento, redigido pela deputada Mafalda Gonçalves, é possível ler que “além da trapalhada com os concursos de fornecimento de alimentação às escolas, a solução de recurso encontrada pela secretaria não salvaguardou o fornecimento de refeições durante esta primeira semana. E isto não se percebe. Entende-se ainda menos como é que só na véspera à tarde é que a secretaria informa as escolas que não haverá almoço nem lanche para as crianças, no dia seguinte. A Secretaria desconhece o calendário escolar para o ano 2020/21? Não sabia que as crianças estariam nas escolas nos dias 3 e 4 de setembro? Quer isto dizer que a tutela não tinha conhecimento da situação? Se assim foi é grave. E como explica a secretaria o facto de não ter acautelado as refeições para estes dias? Toda esta situação é reveladora de uma enorme falta de planeamento por parte da secretaria, que não fez o concurso a tempo, que não informou as escolas da situação, que não garante as condições necessárias ao bom funcionamento das escolas”. Constatam, os socialistas, que “são as escolas e os pais e encarregados de educação a ter de encontrar soluções para um problema que a própria secretaria criou. Esta situação nunca poderia ter acontecido. As refeições para estes dias deviam ter sido atempadamente acauteladas”. “Onde e com quem ficaram estas crianças hoje? Como será amanhã? E os pais? Faltaram ao trabalho para acompanhar as crianças?”, questionam. E consideram, ainda, que “a atitude por parte da secretaria da educação é de uma enorme falta de respeito para com pais e encarregados de educação e para com as escolas que, apanhadas desprevenidas têm de encontrar soluções para um problema a que são completamente alheias. O querer ‘sacudir a água do capote’ não pode ser justificativa para este modo de atuar. Não, a responsabilidade não é das escolas, é da Secretaria da Educação”.

PS diz que as crianças iniciaram o ano letivo “sem refeições” nas escolas
Em comunicado, o grupo parlamentar do PS reagiu na tarde desta quinta-feira, a problemas nas escolas, que considera que começam em simultâneo com o arranque do ano letivo. Dizem os socialistas, que “o ano escolar 2020/21 já se iniciou para as valências de creche e pré-escolar mas na RAM começou da pior forma possível. Começaram as atividades letivas mas não há refeições para as crianças”. No documento, redigido pela deputada Mafalda Gonçalves, é possível ler que “além da trapalhada com os concursos de fornecimento de alimentação às escolas, a solução de recurso encontrada pela secretaria não salvaguardou o fornecimento de refeições durante esta primeira semana. E isto não se percebe. Entende-se ainda menos como é que só na véspera à tarde é que a secretaria informa as escolas que não haverá almoço nem lanche para as crianças, no dia seguinte. A Secretaria desconhece o calendário escolar para o ano 2020/21? Não sabia que as crianças estariam nas escolas nos dias 3 e 4 de setembro? Quer isto dizer que a tutela não tinha conhecimento da situação? Se assim foi é grave. E como explica a secretaria o facto de não ter acautelado as refeições para estes dias? Toda esta situação é reveladora de uma enorme falta de planeamento por parte da secretaria, que não fez o concurso a tempo, que não informou as escolas da situação, que não garante as condições necessárias ao bom funcionamento das escolas”. Constatam, os socialistas, que “são as escolas e os pais e encarregados de educação a ter de encontrar soluções para um problema que a própria secretaria criou. Esta situação nunca poderia ter acontecido. As refeições para estes dias deviam ter sido atempadamente acauteladas”. “Onde e com quem ficaram estas crianças hoje? Como será amanhã? E os pais? Faltaram ao trabalho para acompanhar as crianças?”, questionam. E consideram, ainda, que “a atitude por parte da secretaria da educação é de uma enorme falta de respeito para com pais e encarregados de educação e para com as escolas que, apanhadas desprevenidas têm de encontrar soluções para um problema a que são completamente alheias. O querer ‘sacudir a água do capote’ não pode ser justificativa para este modo de atuar. Não, a responsabilidade não é das escolas, é da Secretaria da Educação”.