PS-M manifesta pesar pela morte da escritora e jornalista Helena Marques

O PS-M manifestou hoje o seu "mais profundo pesar" pelo falecimento da escritora e jornalista Helena Marques. No comunicado enviado esta tarde à imprensa, o PS recorda a escritora através de uma nota biográfica: "Nascida em Carcavelos, filha de pais madeirenses, Helena Marques dedicou-se ao jornalismo, profissão que exerceu durante 36 anos, começando no Diário de Notícias da Madeira e terminando no Diário de Notícias de Lisboa, do qual foi diretora-adjunta. O seu percurso pelo jornalismo valeu-lhe, em 1986, o prémio Jornalista do ano, da Revista Mulheres, e o Gazeta de Mérito, em 2013. Enquanto escritora, ficou conhecida por diversas obras, a primeira das quais "O Último Cais", de 1992, que lhe valeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio Revista Ler/Círculo de Leitores, o Prémio Máxima de Revelação, o Prémio Procópio de Literatura e o Prémio Bordallo de Literatura da Casa da Imprensa. Seguiram-se outros títulos, nomeadamente "A Deusa Sentada", "Terceiras Pessoas", "Os Íbis Vermelhos da Guina", "Ilhas Contadas" e "O Bazar Alemão", que fizeram de Helena Marques uma das escritoras portuguesas consagradas. Em 2001, a escritora e jornalista foi agraciada com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique". Ao seus familiares e amigos, o Partido Socialista da Madeira endereça as "mais sentidas condolências".

PS-M manifesta pesar pela morte da escritora e jornalista Helena Marques
O PS-M manifestou hoje o seu "mais profundo pesar" pelo falecimento da escritora e jornalista Helena Marques. No comunicado enviado esta tarde à imprensa, o PS recorda a escritora através de uma nota biográfica: "Nascida em Carcavelos, filha de pais madeirenses, Helena Marques dedicou-se ao jornalismo, profissão que exerceu durante 36 anos, começando no Diário de Notícias da Madeira e terminando no Diário de Notícias de Lisboa, do qual foi diretora-adjunta. O seu percurso pelo jornalismo valeu-lhe, em 1986, o prémio Jornalista do ano, da Revista Mulheres, e o Gazeta de Mérito, em 2013. Enquanto escritora, ficou conhecida por diversas obras, a primeira das quais "O Último Cais", de 1992, que lhe valeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio Revista Ler/Círculo de Leitores, o Prémio Máxima de Revelação, o Prémio Procópio de Literatura e o Prémio Bordallo de Literatura da Casa da Imprensa. Seguiram-se outros títulos, nomeadamente "A Deusa Sentada", "Terceiras Pessoas", "Os Íbis Vermelhos da Guina", "Ilhas Contadas" e "O Bazar Alemão", que fizeram de Helena Marques uma das escritoras portuguesas consagradas. Em 2001, a escritora e jornalista foi agraciada com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique". Ao seus familiares e amigos, o Partido Socialista da Madeira endereça as "mais sentidas condolências".