PSD diz que a Madeira "foi mais uma vez ignorada pelo Governo da República"

O deputado Paulo Neves diz que "a Madeira foi mais uma vez ignorada, pelo Governo da República, no Plano Nacional de Recuperação Económica", lamentando que este plano seja, na realidade, “um Plano continental, dado que, em 129 páginas, apenas refere a Madeira por 3 vezes” e alerta para os riscos deste documento, que ignora a realidade regional e o muito que a Madeira tem feito, a este nível, venha a ser a base para a negociação e gestão dos futuros fundos comunitários. “Estamos a falar de um Plano de Recuperação nacional que, na realidade, é um Plano continental, feito por António Costa e Silva, que, em 129 páginas, apenas refere a Madeira por 3 vezes e, ainda por cima, para falar da construção de um polo universitário na Região, quando se ignora tudo o resto”, afirma o deputado social-democrata, sublinhando o facto do Governo Regional e das autoridades regionais com competência nesta matéria não terem sido ouvidas nem auscultadas, em nenhum momento deste processo. Paulo Neves que criticando o facto deste Plano não levar em conta o muito que a Madeira já fez no passado e o potencial económico que apresenta, para o futuro, lembra, entre outros exemplos, a injustiça desta exclusão, atendendo ao peso que algumas das atividades representam para o todo nacional. “É curioso que este Plano fale do desenvolvimento económico Atlântico e esqueça a Madeira, nomeadamente no respeitante ao que tem sido feito através do Centro Internacional de Negócios – que deve ser ampliado, promovido e fazer parte de uma estratégia nacional – do Registo Internacional de Navios – que já é, hoje, o terceiro maior registo de navios da Europa e que tem uma potencialidade extraordinária, recentemente reforçada com a Legislação apresentada pelo PSD e aprovada na Assembleia da República com vista à sua maior competitividade – mas é também estranho que, neste Plano, não se fale da aquacultura e do trabalho que tem vindo a ser feito, na Região, tanto do ponto de vista da investigação quanto da economia digital”, denuncia o deputado madeirense. O parlamentar que lembra, ainda a este nível, as empresas digitais que se encontram já instaladas na Madeira e o projeto do cabo submarino, que mais não visa do que ampliar a capacidade tecnológica da Região e captar mais empresas nesta área. Isto, reforça, além do setor do turismo que, atendendo ao seu peso e importância na economia regional, também não merece qualquer referência neste documento, vinca. “Não faz sentido que se trace uma estratégia de recuperação económica nacional quando se ignora o que foi e o que está a ser feito, assim como os caminhos a seguir nesta área, nos próximos anos, concretamente numa Região que tem vindo a fazer um extraordinário esforço para diversificar a sua economia e para encontrar novas saídas tendentes a consolidar um modelo económico mais sustentável para o futuro, a favor da estabilidade das suas empresas e famílias”, frisa Paulo Neves, deixando claro que esta não passa de “mais uma oportunidade perdida e de mais um exemplo da falta de visão e de responsabilidade com que o Governo da República gere e lida com as suas Regiões Autónomas”.  

PSD diz que a Madeira "foi mais uma vez ignorada pelo Governo da República"
O deputado Paulo Neves diz que "a Madeira foi mais uma vez ignorada, pelo Governo da República, no Plano Nacional de Recuperação Económica", lamentando que este plano seja, na realidade, “um Plano continental, dado que, em 129 páginas, apenas refere a Madeira por 3 vezes” e alerta para os riscos deste documento, que ignora a realidade regional e o muito que a Madeira tem feito, a este nível, venha a ser a base para a negociação e gestão dos futuros fundos comunitários. “Estamos a falar de um Plano de Recuperação nacional que, na realidade, é um Plano continental, feito por António Costa e Silva, que, em 129 páginas, apenas refere a Madeira por 3 vezes e, ainda por cima, para falar da construção de um polo universitário na Região, quando se ignora tudo o resto”, afirma o deputado social-democrata, sublinhando o facto do Governo Regional e das autoridades regionais com competência nesta matéria não terem sido ouvidas nem auscultadas, em nenhum momento deste processo. Paulo Neves que criticando o facto deste Plano não levar em conta o muito que a Madeira já fez no passado e o potencial económico que apresenta, para o futuro, lembra, entre outros exemplos, a injustiça desta exclusão, atendendo ao peso que algumas das atividades representam para o todo nacional. “É curioso que este Plano fale do desenvolvimento económico Atlântico e esqueça a Madeira, nomeadamente no respeitante ao que tem sido feito através do Centro Internacional de Negócios – que deve ser ampliado, promovido e fazer parte de uma estratégia nacional – do Registo Internacional de Navios – que já é, hoje, o terceiro maior registo de navios da Europa e que tem uma potencialidade extraordinária, recentemente reforçada com a Legislação apresentada pelo PSD e aprovada na Assembleia da República com vista à sua maior competitividade – mas é também estranho que, neste Plano, não se fale da aquacultura e do trabalho que tem vindo a ser feito, na Região, tanto do ponto de vista da investigação quanto da economia digital”, denuncia o deputado madeirense. O parlamentar que lembra, ainda a este nível, as empresas digitais que se encontram já instaladas na Madeira e o projeto do cabo submarino, que mais não visa do que ampliar a capacidade tecnológica da Região e captar mais empresas nesta área. Isto, reforça, além do setor do turismo que, atendendo ao seu peso e importância na economia regional, também não merece qualquer referência neste documento, vinca. “Não faz sentido que se trace uma estratégia de recuperação económica nacional quando se ignora o que foi e o que está a ser feito, assim como os caminhos a seguir nesta área, nos próximos anos, concretamente numa Região que tem vindo a fazer um extraordinário esforço para diversificar a sua economia e para encontrar novas saídas tendentes a consolidar um modelo económico mais sustentável para o futuro, a favor da estabilidade das suas empresas e famílias”, frisa Paulo Neves, deixando claro que esta não passa de “mais uma oportunidade perdida e de mais um exemplo da falta de visão e de responsabilidade com que o Governo da República gere e lida com as suas Regiões Autónomas”.