PSD-M diz que o Orçamento do Estado “revela mentiras de Costa e Cafôfo sobre a mobilidade”

O PSD-M lamentou hoje que a proposta do Orçamento Geral do Estado venha a confirmar "aquilo que os madeirenses mais temiam, no que diz respeito às questões da mobilidade". Numa conferência de imprensa, realizada junto à Praça Colombo, o deputado...

PSD-M diz que o Orçamento do Estado “revela mentiras de Costa e Cafôfo sobre a mobilidade”
O PSD-M lamentou hoje que a proposta do Orçamento Geral do Estado venha a confirmar "aquilo que os madeirenses mais temiam, no que diz respeito às questões da mobilidade". Numa conferência de imprensa, realizada junto à Praça Colombo, o deputado Carlos Rodrigues afirmou que esta é a prova de que o Primeiro-ministro, António Costa, e o candidato do PS, Paulo Cafôfo, "mentiram durante a campanha eleitoral". "Mentiram quando disseram que as alterações aprovadas ao subsídio de mobilidade entrariam em vigor em 2020",  porque o que refere o Orçamento do Estado é que essas mesmas alterações "foram uma vez mais adiadas, passando a entrar em vigor com o Orçamento do Estado de 2021", e "mentiram também no que diz respeito ao 'ferry'", uma vez que, "em campanha eleitoral, disseram a todos os madeirenses que, a partir de janeiro, teríamos uma ligação 'ferry' durante todo o ano, semanal e com ligação a Lisboa", mas, na proposta do Orçamento do Estado "não existe uma linha que seja no que diz respeito à ligação 'ferry'". Ou seja, sustentou o deputado, quer António Costa, quer Paulo Cafôfo, "fizeram promessas na campanha que não tinham qualquer intenção de cumprir e, portanto, são duas mentiras absolutas, o que revela uma ousadia e uma vergonha em relação àquilo que eram os anseios e esperanças, inclusivamente, em situações que já estavam, do ponto de vista legal, devidamente, alteradas". Perante estas duas "mentiras", para o Grupo Parlamentar do PSD, no que se refere à mobilidade, este Orçamento do Estado constitui uma "fraude" relativamente àquelas que eram as expetativas dos madeirenses. Isto porque, em termos de subsídio, "algo que já devia estar resolvido, desde 2016, vai, eventualmente, entrar em vigor apenas em 2021 e, no caso do 'ferry', a promessa de uma ligação a Lisboa, semanalmente e no ano inteiro também se traduz em zero.