PSD "não abandona projetos em nome de agendas pessoais"

Raquel Silva, deputada municipal do PSD,  lembrou ao executivo da autarquia do Funchal que para governar uma cidade “exige-se aos eleitos dedicação, trabalho, visão, seriedade e compromisso.” No dia em que se comemora o Dia da Cidade, o PSD...

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Raquel Silva, deputada municipal do PSD,  lembrou ao executivo da autarquia do Funchal que para governar uma cidade “exige-se aos eleitos dedicação, trabalho, visão, seriedade e compromisso.” No dia em que se comemora o Dia da Cidade, o PSD garantiu não abandona projetos em nome de agendas pessoais e que, ao contrário do executivo da Câmara Municipal do Funchal, o PSD continuará a defender a Cidade e a Região, de forma humilde, dedicada, atenta e forte. Raquel Silva, deputada municipal social-democrata falava esta quarta-feira, durante a cerimónia de comemoração do Dia da Cidade que decorreu no Largo do Município, pedindo confiança à população “Pedimos às pessoas que confiem em nós. (...). Não abandonamos projetos em nome de agendas pessoais. Não desistimos perante a adversidade, porque temos ideais e maturidade política suficiente para saber que governar é muito mais que fotografias e redes sociais” disse, rematando: “Não temos medo do trabalho. Ele fortalece e ensina. E acima de tudo temos a consciência que a população, desacreditada que está em relação à política, precisa de quem a defenda. E nós estamos prontos para essa tarefa.” “Não queremos para governar quem se contenta apenas com a vitória. Queremos pessoas que se orgulhem do seu projeto e que honrem o mandato”, disse Raquel Silva, deputada municipal social-democrata, durante a sessão comemorativa do Dia da Cidade que decorreu no Largo do Município. Após ter pedido confiança à população do Funchal, e de a ter obtida com maioria, o então presidente da edilidade “abandonou a Cidade” a meio do mandato, para se lançar a outra candidatura, “de um ponto de partida marcado pela traição à Cidade e aos Funchalenses.” Agora, rematou Raquel Silva, “um outro um outro Presidente que começa funções sem ser expressão da vontade da população”, mas os problemas na Cidade “vão-se acumulando”, porque “as promessas não passaram do papel” e os “interesses da cidade foram postos em segundo plano, porque outras ambições se impunham e se impõem.”