“Que preço é que o País vai pagar quando não tiver quadros qualificados para garantir a qualidade da formação dos jovens?”

Subordinado ao tema ‘Haverá futuro para a educação sem o Rejuvenescimento Docente’, decorre esta sexta-feira o 13.º Congresso dos Professores da Madeira, organizado pelo Sindicato dos Professores da Madeira, que decorre no Savoy Palace, que reúne 302 congressistas.  Manuela Mendonça, presidente do Conselho Nacional da FENPROF, foi a terceira a discursar, enfatizando a tendência para o envelhecimento desta classe, bem como a desregulação de carreiras. Firmando que as causas da FENPROF são idênticas às do SPM, Manuela Mendonça começou por recordar a temática do último congresso. A qual incidia na ética da profissão e a sua relação com o sindicalismo, que considerou ser “da maior relevância”. O mesmo parecer que tem acerca do tema eleito para este 13.° congresso. “É um tema premente”, disse, isto uma vez que a profissão se torna “cada vez mais desgaste e menos atrativa”, salientou, lamentando essa distância por parte das novas gerações a fim de firmar vontade em ingressar nesta profissão.  Manuela Mendonça explicou ainda que a educação pública de qualidade é inseparável da união social. Em termos gerais, fez uma caracterizado da classe docente “mal remunerada e sobrecarregada”.  “Que preço é que o País vai pagar quando não tiver quadros qualificados para garantir a qualidade da formação dos jovens?”, questionou, afiançando a urgência da entrada de novos quadros.

“Que preço é que o País vai pagar quando não tiver quadros qualificados para garantir a qualidade da formação dos jovens?”
Subordinado ao tema ‘Haverá futuro para a educação sem o Rejuvenescimento Docente’, decorre esta sexta-feira o 13.º Congresso dos Professores da Madeira, organizado pelo Sindicato dos Professores da Madeira, que decorre no Savoy Palace, que reúne 302 congressistas.  Manuela Mendonça, presidente do Conselho Nacional da FENPROF, foi a terceira a discursar, enfatizando a tendência para o envelhecimento desta classe, bem como a desregulação de carreiras. Firmando que as causas da FENPROF são idênticas às do SPM, Manuela Mendonça começou por recordar a temática do último congresso. A qual incidia na ética da profissão e a sua relação com o sindicalismo, que considerou ser “da maior relevância”. O mesmo parecer que tem acerca do tema eleito para este 13.° congresso. “É um tema premente”, disse, isto uma vez que a profissão se torna “cada vez mais desgaste e menos atrativa”, salientou, lamentando essa distância por parte das novas gerações a fim de firmar vontade em ingressar nesta profissão.  Manuela Mendonça explicou ainda que a educação pública de qualidade é inseparável da união social. Em termos gerais, fez uma caracterizado da classe docente “mal remunerada e sobrecarregada”.  “Que preço é que o País vai pagar quando não tiver quadros qualificados para garantir a qualidade da formação dos jovens?”, questionou, afiançando a urgência da entrada de novos quadros.