Retorno dos eventos náuticos justifica maior aposta de Portugal e da Madeira

"Portugal já não quer a Volvo Ocean Race" mas há países atrás do evento. Rodrigo Rato, diretor de Comunicação da Volvo Ocean Race, deixa duras críticas ao Governo de Portugal por não rentabilizar um dos eventos mais importantes do mundo. O...

Retorno dos eventos náuticos justifica maior aposta de Portugal e da Madeira
"Portugal já não quer a Volvo Ocean Race" mas há países atrás do evento. Rodrigo Rato, diretor de Comunicação da Volvo Ocean Race, deixa duras críticas ao Governo de Portugal por não rentabilizar um dos eventos mais importantes do mundo. O potencial do desporto naútico em produzir estadias, consumo e promoção é muito elevado, diz o especialista.  Na edição de 2019 da CAT, Rodrigo Rato falou do forte impacto deste evento e das atividades naúticas, considerando ser esta uma forma eficaz de entrar em novos destinos, como os EUA. De baixo custo e facil organização, as atividades naúticas apresentam um forte potencial para o turismo, até porque os participantes tem um elevado poder de compra. O diretor de Comunicação da Volvo Ocean Race lamenta que o Governo Português tenha deixado cair a Volvo Ocean Race e a fábrica de reparação. Só a manutenção de um barco chega a custar 1,5 milhões de euros, fora as dormidas geradas pelo evento que superam, vincou, o Web Summit. Exemplo do potencial dos eventos naúticos é, diz Rodrigo Rato, a Extreme Sailing Series Madeira que conseguiu em termos de cobertura oficial cobrir 11% do público-alvo, o que representa uma forma exímia de promover o destino.