Ricardo Miranda critica "falta de coerência" da Federação Portuguesa de Futebol

Decorreu na manhã desta segunda-feira, uma reunião de emergência´ na Associação de Futebol da Madeira, a fim de debater uma série de questões existentes por parte dos clubes inseridos nos campeonatos nacionais, de futebol e futsal. Rui Marote, presidente da AF Madeira, foi abordado pelos grupos envolvidos no Campeonato de Portugal, Campeonato Nacional II Divisão de Futsal, e ainda Taça de Portugal PLACARD, no âmbito de se discutir temas como o avantajado número de deslocações até ao Porto, os valores e horários que colidem, sobretudo, com as intenções, desportivas e financeiras, dos clubes incluídos na terceira divisão nacional de futebol.   A AD Camacha foi o principal motivo deste encontro, que se considera “injustiçada”, por estar numa série oposta aos restantes clubes da Região. Aproveitando, Ricardo Miranda, para vincar a sua posição em relação a este assunto, declarando que “se a Federação não me explicar de forma real e percetível, o porque desta decisão, existe, efetivamente, a grande hipótese, de nós comparecermos em Fafe, pois temos que marcar posição e sentimos que estamos a ser extremamente injustiçados”, demonstrando-se ainda, incrédulo com a falta de “coerência” existente na Federação Portuguesa de Futebol.

Ricardo Miranda critica "falta de coerência" da Federação Portuguesa de Futebol
Decorreu na manhã desta segunda-feira, uma reunião de emergência´ na Associação de Futebol da Madeira, a fim de debater uma série de questões existentes por parte dos clubes inseridos nos campeonatos nacionais, de futebol e futsal. Rui Marote, presidente da AF Madeira, foi abordado pelos grupos envolvidos no Campeonato de Portugal, Campeonato Nacional II Divisão de Futsal, e ainda Taça de Portugal PLACARD, no âmbito de se discutir temas como o avantajado número de deslocações até ao Porto, os valores e horários que colidem, sobretudo, com as intenções, desportivas e financeiras, dos clubes incluídos na terceira divisão nacional de futebol.   A AD Camacha foi o principal motivo deste encontro, que se considera “injustiçada”, por estar numa série oposta aos restantes clubes da Região. Aproveitando, Ricardo Miranda, para vincar a sua posição em relação a este assunto, declarando que “se a Federação não me explicar de forma real e percetível, o porque desta decisão, existe, efetivamente, a grande hipótese, de nós comparecermos em Fafe, pois temos que marcar posição e sentimos que estamos a ser extremamente injustiçados”, demonstrando-se ainda, incrédulo com a falta de “coerência” existente na Federação Portuguesa de Futebol.