RIR afirma que Câmara Municipal do Funchal “brinca com o dinheiro do povo”

O Partido RIR manisfestou “total repúdio”, através de um comunicado enviado às redações, pela forma como a Câmara Municipal do Funchal, está a “gastar o dinheiro dos seus munícipes”. “Esta Câmara e o seu presidente, gastaram milhares de euros em cartazes de propaganda barata e na sua autopromoção, usando assim o dinheiro do povo, para de forma indireta fazer campanha, sem custos para o partido socialista e para os partidos que o ainda suportam”, começa por escrever Roberto Vieira na referida nota. O coordenador do RIR considera “inadmissível” que uma autarquia “gaste tantos milhões de euros desta forma, quando no Municipio do Funchal, o desemprego vai batendo à porta de tantas famílias e o salário de quem ainda trabalha não está assegurado, uma cidade onde tanta gente recorre a instituições para poder levar um pouco de pão à sua mesa”. “A Câmara Municipal do Funchal, governada pelo partido socialista, tem tido como prioridades, as festas e festinhas, o fogo de artificio para ninguém ver, a publicidade, os eventos, as medalhas e condecorações e agora com o se aproximar das eleições a propaganda barata, através de cartazes milionários, quando deveria canalizar estas verbas para as pessoas, para os seus munícipes”, aponta. O partido RIR entende, deste modo, que depois destes “milhões gastos ao desbarato”, a população do Funchal “faça uma reflexão, sobre os valores apresentados nestes cartazes e o trabalho feito pela Câmara e juntas de freguesia, não esquecendo que metade das juntas são socialistas e que aparentemente estão paradas no tempo, nunca estivemos tão mal, como agora, onde o investimento é baixo a todos os níveis, onde as pessoas ao contrário do que apraguavam, ficaram para segundo plano”. O RIR considera assim “lamentável que uma Autarquia, que lamenta todos os dias o chumbo do seu orçamemto, por todos os partidos da oposição, esteja hoje a canalizar o dinheiro que é de todos nós, para estas prioridades, depois afirmando aos quatro ventos, de que são pelas Pessoas, tenham vergonha”, remata.                  

RIR afirma que Câmara Municipal do Funchal “brinca com o dinheiro do povo”
O Partido RIR manisfestou “total repúdio”, através de um comunicado enviado às redações, pela forma como a Câmara Municipal do Funchal, está a “gastar o dinheiro dos seus munícipes”. “Esta Câmara e o seu presidente, gastaram milhares de euros em cartazes de propaganda barata e na sua autopromoção, usando assim o dinheiro do povo, para de forma indireta fazer campanha, sem custos para o partido socialista e para os partidos que o ainda suportam”, começa por escrever Roberto Vieira na referida nota. O coordenador do RIR considera “inadmissível” que uma autarquia “gaste tantos milhões de euros desta forma, quando no Municipio do Funchal, o desemprego vai batendo à porta de tantas famílias e o salário de quem ainda trabalha não está assegurado, uma cidade onde tanta gente recorre a instituições para poder levar um pouco de pão à sua mesa”. “A Câmara Municipal do Funchal, governada pelo partido socialista, tem tido como prioridades, as festas e festinhas, o fogo de artificio para ninguém ver, a publicidade, os eventos, as medalhas e condecorações e agora com o se aproximar das eleições a propaganda barata, através de cartazes milionários, quando deveria canalizar estas verbas para as pessoas, para os seus munícipes”, aponta. O partido RIR entende, deste modo, que depois destes “milhões gastos ao desbarato”, a população do Funchal “faça uma reflexão, sobre os valores apresentados nestes cartazes e o trabalho feito pela Câmara e juntas de freguesia, não esquecendo que metade das juntas são socialistas e que aparentemente estão paradas no tempo, nunca estivemos tão mal, como agora, onde o investimento é baixo a todos os níveis, onde as pessoas ao contrário do que apraguavam, ficaram para segundo plano”. O RIR considera assim “lamentável que uma Autarquia, que lamenta todos os dias o chumbo do seu orçamemto, por todos os partidos da oposição, esteja hoje a canalizar o dinheiro que é de todos nós, para estas prioridades, depois afirmando aos quatro ventos, de que são pelas Pessoas, tenham vergonha”, remata.