Rui Abreu reúne com a Associação Luso Sul-Africana de Portugal

"Alguns [investimentos] já estão em curso e há outros que se poderão concretizar, assim que uma maior normalidade regresse tanto à Madeira, como à África do Sul, após esta fase da pandemia", afirmou Rui Abreu, na sequência de uma reunião que, entre vários temas, abordou os investimentos da diáspora sul-africana na Região. O diretor regional das Comunidades e Cooperação Externa (DRCCE), Rui Abreu, reuniu hoje com a presidente da Associação Luso Sul-Africana de Portugal (ALSAP) com sede na Madeira, Analiza Sousa, dando continuidade ao ciclo de reuniões com as instituições representativas de madeirenses regressados e de estrangeiros que escolheram a Região para residir. "Facilitar a integração total destas comunidades na sociedade madeirense, mantendo um contacto estreito e permanente com o movimento associativo de emigrantes da Região é o grande objetivo desta iniciativa" lembrou o governante, que durante o encontro ouviu as apreensões levadas pela ALSAP, uma associação que conta com mais de uma centena de associados. Os investimentos da diáspora Sul-Africana na Região foi um dos temas que estiveram sobre a mesa. "Alguns [investimentos] já estão em curso e há outros que se poderão concretizar, assim que uma maior normalidade regresse tanto à Madeira, como à África do Sul, após esta fase da pandemia", adiantou o governante. Os anseios dos jovens da comunidade sul-africana na Madeira foram anotados por Rui Abreu. "Auscultámos as preocupações dessa comunidade, nomeadamente quanto a aspetos de formação para as segundas e as terceiras gerações" de jovens madeirenses regressados, que demonstram interesse tanto na área hoteleira, quer no acesso ao ensino superior nas universidades portuguesas, sublinhou, lembrando que "já que existe um contingente para jovens provenientes da emigração." No final do encontro, foi abordada a ligação aérea entre Portugal e a África do Sul, que foi interrompida pela companhia aérea de bandeira nacional e que traz transtornos especialmente para a comunidade sul-africana. "A TAP, que abandonou esta linha há alguns anos anunciou, ainda antes da pandemia, que iria retomar em novembro próximo um voo entre a Cidade do Cabo e Lisboa", recordou Rui Abreu, referindo que dadas as atuais circunstâncias, derivadas da pandemia, este calendário poderá ser reavaliado. Mas sublinhou: que "é fundamental que essa rota seja retomada o quanto antes." Recorde-se que este ciclo de reuniões teve início na passada terça-feira, com o diretor regional das Comunidades e Cooperação Externa a receber Ana Cristina Monteiro, presidente da VENECOM, uma associação que representa a comunidade de regressados da Venezuela. Após a reunião com a ALSAP, outras irão prosseguir, uma vez que aquilo que se deseja "é um diálogo profícuo e uma maior proximidade às diferentes comunidades que residem na Região, para que as respostas sejam mais céleres e assertivas", rematou Rui Abreu.

Rui Abreu reúne com a Associação Luso Sul-Africana de Portugal
"Alguns [investimentos] já estão em curso e há outros que se poderão concretizar, assim que uma maior normalidade regresse tanto à Madeira, como à África do Sul, após esta fase da pandemia", afirmou Rui Abreu, na sequência de uma reunião que, entre vários temas, abordou os investimentos da diáspora sul-africana na Região. O diretor regional das Comunidades e Cooperação Externa (DRCCE), Rui Abreu, reuniu hoje com a presidente da Associação Luso Sul-Africana de Portugal (ALSAP) com sede na Madeira, Analiza Sousa, dando continuidade ao ciclo de reuniões com as instituições representativas de madeirenses regressados e de estrangeiros que escolheram a Região para residir. "Facilitar a integração total destas comunidades na sociedade madeirense, mantendo um contacto estreito e permanente com o movimento associativo de emigrantes da Região é o grande objetivo desta iniciativa" lembrou o governante, que durante o encontro ouviu as apreensões levadas pela ALSAP, uma associação que conta com mais de uma centena de associados. Os investimentos da diáspora Sul-Africana na Região foi um dos temas que estiveram sobre a mesa. "Alguns [investimentos] já estão em curso e há outros que se poderão concretizar, assim que uma maior normalidade regresse tanto à Madeira, como à África do Sul, após esta fase da pandemia", adiantou o governante. Os anseios dos jovens da comunidade sul-africana na Madeira foram anotados por Rui Abreu. "Auscultámos as preocupações dessa comunidade, nomeadamente quanto a aspetos de formação para as segundas e as terceiras gerações" de jovens madeirenses regressados, que demonstram interesse tanto na área hoteleira, quer no acesso ao ensino superior nas universidades portuguesas, sublinhou, lembrando que "já que existe um contingente para jovens provenientes da emigração." No final do encontro, foi abordada a ligação aérea entre Portugal e a África do Sul, que foi interrompida pela companhia aérea de bandeira nacional e que traz transtornos especialmente para a comunidade sul-africana. "A TAP, que abandonou esta linha há alguns anos anunciou, ainda antes da pandemia, que iria retomar em novembro próximo um voo entre a Cidade do Cabo e Lisboa", recordou Rui Abreu, referindo que dadas as atuais circunstâncias, derivadas da pandemia, este calendário poderá ser reavaliado. Mas sublinhou: que "é fundamental que essa rota seja retomada o quanto antes." Recorde-se que este ciclo de reuniões teve início na passada terça-feira, com o diretor regional das Comunidades e Cooperação Externa a receber Ana Cristina Monteiro, presidente da VENECOM, uma associação que representa a comunidade de regressados da Venezuela. Após a reunião com a ALSAP, outras irão prosseguir, uma vez que aquilo que se deseja "é um diálogo profícuo e uma maior proximidade às diferentes comunidades que residem na Região, para que as respostas sejam mais céleres e assertivas", rematou Rui Abreu.