Saldo da Balança Comercial da Região com o estrangeiro foi positivo em 23,5 milhões

De acordo com os dados preliminares referentes ao 1.º trimestre de 2022, o saldo da balança comercial da Região com o estrangeiro registou um superavit de 23,5 milhões de euros, superior ao do período homólogo (15,8 milhões de euros). Segundo a Direção Regional de Estatística da Madeira, isto traduz uma taxa de cobertura das importações pelas exportações de 141,2%, mais alta do que a registada nos primeiros três meses de 2021, que se fixou em 139,4%. Mais adianta que no período em referência, o total de exportações de empresas com sede na RAM rondou os 80,4 milhões de euros, tendo aumentado 43,9% face ao 1.º trimestre de 2021, enquanto as importações atingiram os 56,9 milhões de euros, valor superior em 42,1% comparativamente ao mesmo período do ano precedente. No 1.º trimestre de 2022, a maioria da saída de bens destinou-se a países terceiros (65,1% do total), enquanto do lado das importações manteve-se a preponderância dos países da União Europeia (77,8%).

Saldo da Balança Comercial da Região com o estrangeiro foi positivo em 23,5 milhões
De acordo com os dados preliminares referentes ao 1.º trimestre de 2022, o saldo da balança comercial da Região com o estrangeiro registou um superavit de 23,5 milhões de euros, superior ao do período homólogo (15,8 milhões de euros). Segundo a Direção Regional de Estatística da Madeira, isto traduz uma taxa de cobertura das importações pelas exportações de 141,2%, mais alta do que a registada nos primeiros três meses de 2021, que se fixou em 139,4%. Mais adianta que no período em referência, o total de exportações de empresas com sede na RAM rondou os 80,4 milhões de euros, tendo aumentado 43,9% face ao 1.º trimestre de 2021, enquanto as importações atingiram os 56,9 milhões de euros, valor superior em 42,1% comparativamente ao mesmo período do ano precedente. No 1.º trimestre de 2022, a maioria da saída de bens destinou-se a países terceiros (65,1% do total), enquanto do lado das importações manteve-se a preponderância dos países da União Europeia (77,8%).