Santana Lopes explica "preferência" pelo PSD num cenário de coligação

Pedro Santana Lopes, candidato da Aliança às nacionais, fez questão de explica a declaração de preferência pelo PSD perante a possibilidade de viabilizar um Governo de coligação na Região" "Assisti, desvanecido, à reação que as palavras que...

Santana Lopes explica "preferência" pelo PSD  num cenário de coligação
Pedro Santana Lopes, candidato da Aliança às nacionais, fez questão de explica a declaração de preferência pelo PSD perante a possibilidade de viabilizar um Governo de coligação na Região" "Assisti, desvanecido, à reação que as palavras que disse naquela Região Autónoma provocaram nalguns setores políticos, fáceis de identificar. Com franqueza, nunca pensei que a ALIANÇA merecesse já tanta atenção e tanta importância naquele Arquipélago. Mas gostei. Incomodaram-se por eu ter manifestado preferência em caso de ausência de maioria absoluta, como tudo parece indicar. Li que pessoas ligadas ao PS criticaram essa opção. Fico sensibilizado. Só que, como disse no Funchal, na apresentação do nosso excelente cabeça-de-lista, outro Governo PS, agora na única parte de Portugal que não o tem, não seria bom. A ALIANÇA vai fazer parte do novo ciclo político que se abrirá a 22 de Setembro e prefere fazer parte, caminhando sozinha. Essa é a nossa preferência absoluta. Disse-o na mesma ocasião. Se querem que a ALIANÇA siga esse caminho, na luta pelos que menos têm, pela Saúde, pela Educação, pelo Emprego, pelo Ambiente, votem em nós. Se nos querem no Governo sem mais ninguém, é simples: dêem-nos a maioria. Nós somos a solução para não haver impasse", concluiu, em nota enviada à nossa redação.