Sara Madruga da Costa defende "mais respeito e colaboração" do Governo da República com a Madeira

A deputada do PSD na Assembleia da República Sara Madruga da Costa colocou esta manhã a Madeira no debate do Estado da Nação e apelou a um maior responsabilização, disponibilidade e abertura, por parte do Governo central, às necessidades e reivindicações da Madeira, “necessidades essas que têm vindo a ser sucessivamente ignoradas e adiadas, ao longo do tempo, prejudicando milhares de cidadãos tão portugueses como aqueles que vivem no território continental”. Numa intervenção dirigida ao Primeiro-Ministro, a deputada Social-democrata começou por referir que “debater o Estado da Nação é também debater o estado da relação entre o Governo da República e o Governo da Região Autónoma da Madeira”. “Infelizmente, Sr. Primeiro-Ministro, esta tem sido uma relação marcada por muitos e sucessivos incumprimentos, por recorrentes adiamentos e incessantes inverdades no discurso político do Governo da República relativamente à Madeira e a questão da moratória, no âmbito do PAEF, é apenas um exemplo desta falta de respeito pela Madeira”, disse, na ocasião, a deputada, esperando que, “daqui a três dias, o Governo da República suspenda, conforme lhe compete, a obrigação do pagamento dos 48 milhões de euros que foi aprovada, por larga maioria, no parlamento nacional”. Sara Madruga da Costa exigiu ainda a António Costa um compromisso em relação ao aval à Madeira, “questão que inexplicavelmente continua sem resposta”. A parlamentar madeirense questionou o Primeiro-Ministro sobre a disponibilidade do Governo da República em conceder o aval ao empréstimo que a Região pretende contrair para fazer face ao Covid-19 e reiterou a importância do mesmo, lembrando que o que está aqui em causa é sobretudo uma questão de solidariedade e de boa vontade política do Governo da República, numa altura de grande emergência para as famílias e para as empresas madeirenses. “O debate do Estado da Nação pode ser uma nova oportunidade para o seu Governo corrigir a trajetória e criar condições para que, de ora em diante possamos, ter uma relação assente na verdade e na colaboração institucional que se impõe”, disse a deputada, afirmando que “é tempo de virar a página, até porque a Madeira merece respeito, merece diálogo e merece ser incluída na estratégia nacional para os tempos difíceis que se avizinham”. A ausência de resposta do Primeiro-Ministro e a inexistência de referências, ainda que breves, de António Costa em relação às Regiões Autónomas no debate do Estado da Nação, levam Sara Madruga da Costa a antecipar que “vai continuar tudo na mesma no relacionamento do Governo da República com a Madeira”.  

Sara Madruga da Costa defende "mais respeito e colaboração" do Governo da República com a Madeira
A deputada do PSD na Assembleia da República Sara Madruga da Costa colocou esta manhã a Madeira no debate do Estado da Nação e apelou a um maior responsabilização, disponibilidade e abertura, por parte do Governo central, às necessidades e reivindicações da Madeira, “necessidades essas que têm vindo a ser sucessivamente ignoradas e adiadas, ao longo do tempo, prejudicando milhares de cidadãos tão portugueses como aqueles que vivem no território continental”. Numa intervenção dirigida ao Primeiro-Ministro, a deputada Social-democrata começou por referir que “debater o Estado da Nação é também debater o estado da relação entre o Governo da República e o Governo da Região Autónoma da Madeira”. “Infelizmente, Sr. Primeiro-Ministro, esta tem sido uma relação marcada por muitos e sucessivos incumprimentos, por recorrentes adiamentos e incessantes inverdades no discurso político do Governo da República relativamente à Madeira e a questão da moratória, no âmbito do PAEF, é apenas um exemplo desta falta de respeito pela Madeira”, disse, na ocasião, a deputada, esperando que, “daqui a três dias, o Governo da República suspenda, conforme lhe compete, a obrigação do pagamento dos 48 milhões de euros que foi aprovada, por larga maioria, no parlamento nacional”. Sara Madruga da Costa exigiu ainda a António Costa um compromisso em relação ao aval à Madeira, “questão que inexplicavelmente continua sem resposta”. A parlamentar madeirense questionou o Primeiro-Ministro sobre a disponibilidade do Governo da República em conceder o aval ao empréstimo que a Região pretende contrair para fazer face ao Covid-19 e reiterou a importância do mesmo, lembrando que o que está aqui em causa é sobretudo uma questão de solidariedade e de boa vontade política do Governo da República, numa altura de grande emergência para as famílias e para as empresas madeirenses. “O debate do Estado da Nação pode ser uma nova oportunidade para o seu Governo corrigir a trajetória e criar condições para que, de ora em diante possamos, ter uma relação assente na verdade e na colaboração institucional que se impõe”, disse a deputada, afirmando que “é tempo de virar a página, até porque a Madeira merece respeito, merece diálogo e merece ser incluída na estratégia nacional para os tempos difíceis que se avizinham”. A ausência de resposta do Primeiro-Ministro e a inexistência de referências, ainda que breves, de António Costa em relação às Regiões Autónomas no debate do Estado da Nação, levam Sara Madruga da Costa a antecipar que “vai continuar tudo na mesma no relacionamento do Governo da República com a Madeira”.