Sara Madruga: “Não aceitamos, repito, não aceitamos que não seja concedida uma moratória à Madeira”.

Na discussão, na generalidade, do Orçamento suplementar que teve lugar, esta tarde na Assembleia da República e que contou com a presença do Primeiro – Ministro e dos membros do Governo, a deputada Sara Madruga da Costa voltou a insistir, junto do Ministro das Finanças, para que, “de uma vez por todas e perante todos os portugueses, o Governo explique, cabalmente, qual é a razão que o leva a tratar a Madeira de forma diferente do restante território nacional" e se existe ou não alguma impossibilidade legal ou prática para que se conceda, conforme pretendido, uma moratória das próximas prestações a pagar no âmbito do PAEF, o que, conforme referiu, “o Governo sabe e bem que não há”. Sara Madruga da Costa, na sua intervenção, chegou a perguntar se o problema contra a Madeira estaria relacionado com questões políticas e partidárias: “é pelo facto de termos um Governo Regional do PSD? É que, se assim for, ainda é mais grave e certamente que não é aceitável, para ninguém, termos um Governo da República que governa, apenas, para o seu Partido e que discrimina os madeirenses que são portugueses como todos os outros. Diante do Primeiro-Ministro e de todos os membros do Governo da República, Sara Madruga da Costa terminou a sua intervenção com um aviso: “não aceitamos, repito, não aceitamos que não seja concedida uma moratória à Madeira”.

Sara Madruga: “Não aceitamos, repito, não aceitamos que não seja concedida uma moratória à Madeira”.
Na discussão, na generalidade, do Orçamento suplementar que teve lugar, esta tarde na Assembleia da República e que contou com a presença do Primeiro – Ministro e dos membros do Governo, a deputada Sara Madruga da Costa voltou a insistir, junto do Ministro das Finanças, para que, “de uma vez por todas e perante todos os portugueses, o Governo explique, cabalmente, qual é a razão que o leva a tratar a Madeira de forma diferente do restante território nacional" e se existe ou não alguma impossibilidade legal ou prática para que se conceda, conforme pretendido, uma moratória das próximas prestações a pagar no âmbito do PAEF, o que, conforme referiu, “o Governo sabe e bem que não há”. Sara Madruga da Costa, na sua intervenção, chegou a perguntar se o problema contra a Madeira estaria relacionado com questões políticas e partidárias: “é pelo facto de termos um Governo Regional do PSD? É que, se assim for, ainda é mais grave e certamente que não é aceitável, para ninguém, termos um Governo da República que governa, apenas, para o seu Partido e que discrimina os madeirenses que são portugueses como todos os outros. Diante do Primeiro-Ministro e de todos os membros do Governo da República, Sara Madruga da Costa terminou a sua intervenção com um aviso: “não aceitamos, repito, não aceitamos que não seja concedida uma moratória à Madeira”.