SESARAM associa-se ao Dia Internacional dos Direitos da Criança

O Serviço de Saúde da RAM, através do Centro de Desenvolvimento da Criança, associou-se ao Dia Internacional dos Direitos da Criança, assinalado no dia 20 de novembro. Para marcar a ocasião, ao longo do dia os profissionais do Centro de Desenvolvimento...

SESARAM associa-se ao Dia Internacional dos Direitos da Criança
O Serviço de Saúde da RAM, através do Centro de Desenvolvimento da Criança, associou-se ao Dia Internacional dos Direitos da Criança, assinalado no dia 20 de novembro. Para marcar a ocasião, ao longo do dia os profissionais do Centro de Desenvolvimento da criança vestiram-se de “pijama” para receber as crianças acompanhadas e seus familiares no sentido de engrandecer a mensagem da Convenção sobre os Direitos da Criança que este ano assinala o seu 30º aniversário. Esta ação, símbolo de conforto e bem-estar, tem como principal objetivo sensibilizar a comunidade para os direitos fundamentais das crianças, nomeadamente o direito de cada criança crescer no seio de uma família, bem como sensibilizar para a importância do cuidado e proteção das crianças. Recorde-se que as Nações Unidas adotaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC) no dia 20 de novembro de 1989 e foi ratificado em Portugal, no dia 21 de setembro de 1990. A CDC não é apenas uma declaração de princípios gerais, mas antes um documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, representando um vínculo jurídico para a promoção e proteção eficaz dos direitos e liberdades nela consagrados. A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças: 1. Não descriminação - Todos os direitos se aplicam a todas as crianças sem exceção. O Estado tem obrigação de proteger a criança contra todas as formas de discriminação e de tomar medidas positivas para promover os seus direitos. 2. Interesse superior - Todas as decisões que digam respeito à criança devem ter plenamente em conta o seu interesse superior. O Estado deve garantir à criança cuidados adequados quando os pais, ou outras pessoas responsáveis por ela não tenham capacidade para o fazer. 3. Participação - A criança tem o direito de exprimir livremente a sua opinião sobre questões que lhe digam respeito e de ver essa opinião tomada em consideração. Tem o direito de exprimir os seus pontos de vista, obter informações, dar a conhecer ideias sem considerações de fronteiras. (artigos 12.º e 13.º da CDC). 4. Sobrevivencia e desenvolvimento - As medidas que tomam os Estados-membros para preservar a vida e a qualidade de vida das crianças devem garantir um desenvolvimento com harmonia nos aspetos físico, espiritual, psicológico, moral e social, considerando as suas aptidões e talentos.