Sessão de ontem das "Tardes com História" no CEHA abordou o "Diabo no Convento"

Realizou-se ontem, no auditório do Centro de Estudos de História do Atlântico Alberto Vieira, mais uma sessão da iniciativa "Tardes com História", que integra o Programa de  Comemorações  dos 600 Anos do Descobrimento das Ilhas do Porto Santo...

Sessão de ontem das "Tardes com História" no CEHA abordou o "Diabo no Convento"
Realizou-se ontem, no auditório do Centro de Estudos de História do Atlântico Alberto Vieira, mais uma sessão da iniciativa "Tardes com História", que integra o Programa de  Comemorações  dos 600 Anos do Descobrimento das Ilhas do Porto Santo e Madeira. A conferência de ontem "O Diabo no Convento: O Processo na Inquisição da Madre Isabel Filipa de Santo António (1751/55)", abordou a história da Madre Isabel Filipa de Santo António, pertencente a uma das mais importantes famílias do Funchal, obrigada, pelos parentes, a entrar no Convento das Mercês, mas a revolta que sentiu com a situação, levou-a a fazer um pacto com o demónio antes do ingresso na Ordem. Refira-se que a palestrante, Cristina Trindade, professora do ensino secundário com mestrado e doutoramento em História Moderna, membro do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e presidente da Associação para os Desenvolvimento de Estudos Globais e Insulares, sedeada na Madeira, colabora  em diversos projetos de índole cultural, designadamente como coordenadora-executiva do Dicionário Enciclopédico da Madeira. Note-se que estas sessões acontecem sempre no CEHA, pelas 18:00, com entrada livre, tendo a de ontem sido a terceira realizada no mês de Outubro. A primeira foi "Paisagem enquanto bem-público: entre poios, natureza e (des)ordenamento"por Ilídio Sousa da Associação Insular de Geografia, realizada no dia 16, e a segunda  "Mira, mira las Chirimoya de Gibraltar para a Madeira", de Cláudia Faria, do CEHA, que decorreu no dia 23. A terminar, saliente-se que estas conferências visam promover o conhecimento, dando a conhecer temas trabalhados, quer pelo CEHA, quer por outras entidades e respetivos investigadores que têm sido parceiras na construção da História do Atlântico, no geral e da Madeira, em particular. Em suma, são ações de divulgação, abertas à comunidade, por conseguinte, de entrada livre, que visam dar a conhecer histórias e "estórias" da nossa História coletiva.