Tomou hoje posse a Mesa da Secção de Fotografia da ACIF-CCIM

Tomou hoje posse a Mesa da Secção de Fotografia da ACIF-CCIM, com Eugénio Rodrigues, da Fotocanhas a presidir a mesma. Na ocasião, o recém-empossado presidente salientou a necessidade das empresas deste ramo em se adaptarem às constantes mudanças....

Tomou hoje posse a Mesa da Secção de Fotografia da ACIF-CCIM
Tomou hoje posse a Mesa da Secção de Fotografia da ACIF-CCIM, com Eugénio Rodrigues, da Fotocanhas a presidir a mesma. Na ocasião, o recém-empossado presidente salientou a necessidade das empresas deste ramo em se adaptarem às constantes mudanças. "Esta é uma área que é preciso reinventar-se, apostar em novas tecnologias e formação de forma a dar resposta a um público cada vez mais exigente", referiu Eugénio Rodrigues, acompanhado por Celso Castanha, da Castanha & Abreu, Lda e Paulo Fonseca, da Irmãos Silva e Fonseca Lda. De acordo com o novo presidente, os objetivos para este mandato continuam a ser "a valorização da classe, apostando na formação, na qualidade e profissionalismo" e, em simultâneo, "combater a concorrência desleal", disse referindo-se ao exercício da atividade de fotografia nas igrejas, especialmente em eventos coletivos como são as primeiras comunhões e crismas. Já existe o Regulamento para o Exercício da Atividade Fotográfica e de Vídeo nas Igrejas da Região Autónoma da Madeira, estabelecido entre a diocese e a ACIF-CCIM para que sejam os fotógrafos credenciados a fazer a cobertura desse tipo de eventos, no entanto, nem sempre é respeitado. A seu ver, esta é a situação que mais preocupa atualmente a classe e pela qual se sentem mais lesados. "As casas de fotografia cumprem todos os requisitos exigidos por Lei, pagam os seus impostos e empregam pessoas qualificadas. Assumem compromissos com várias entidades e com os seus concorrentes para que possam existir sem se atropelarem uns aos outros, e depois o que acontece na prática é que neste tipo de eventos encontram pessoas a fotografarem sem as devidas autorizações para o efeito", denunciou Eugénio Rodrigues.