Tradição do Pão Por Deus revivida no MEM e na Torre do Capitão

A Secretaria Regional de Turismo e Cultura assinala o ‘Pão por Deus’ com iniciativas no Museu Etnográfico da Madeira (MEM), na Ribeira Brava, e na Torre do Capitão, localizada no Caminho de Santo Amaro, no Funchal. Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo e Cultura, considera que “é importante que se revivam estas tradições, hábitos e costumes madeirenses, para que os nossos valores culturais possam ser transmitidos às novas gerações, tal como o fizeram os nossos pais e avós”. Assim, esta sexta-feira, pelas 10h30, o Serviço Educativo do Museu Etnográfico da Madeira, desloca-se à escola EB1/PE da Calheta. Está inserido no projeto “O Museu vai à Rua”, que visa promover a relação museu/escola/comunidade e em dar a conhecer de forma participativa o património etnográfico regional, através de atividades que pretendem dar a conhecer o museu. Esta atividade tem como objetivo a partilha de saberes com as crianças do pré-escolar (sala dos 5 anos) sob a temática do “Pão por Deus” e será dinamizada uma pintura de saquinhos de pano, com motivos alusivos ao tema, aplicando a técnica de stencil. No dia seguinte, 31 de outubro, será a vez do Núcleo Histórico de Santo Amaro - Torre do Capitão assinalar o Pão Por Deus, numa atividade dirigida às famílias, entre as 10h e as 12h30, com o objetivo de reviver o Pão por Deus, uma tradição dos nossos antepassados. A atividade decorre no Núcleo Histórico de Santo Amaro que, excecionalmente, estará aberto para receber as famílias que vão participar nesta iniciativa. A tradição do “Dia de Pão por Deus” está ligada à tradição madeirense. Antigamente, os pobres pediam de porta em porta o Pão por Deus, que consistia em oferendas de pão e fruta da época. Algumas pessoas também abriam as portas e ofereciam o que estava na mesa. Nos dias de hoje, esta tradição ainda se mantém, mas em moldes diferentes. As crianças saem à rua e com um saco de pano, geralmente decorado na escola, vão pelas casas pedir o “Pão por Deus”, recitam versos e recebem como oferendas broas, bolos.

Tradição do Pão Por Deus revivida no MEM e na Torre do Capitão
A Secretaria Regional de Turismo e Cultura assinala o ‘Pão por Deus’ com iniciativas no Museu Etnográfico da Madeira (MEM), na Ribeira Brava, e na Torre do Capitão, localizada no Caminho de Santo Amaro, no Funchal. Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo e Cultura, considera que “é importante que se revivam estas tradições, hábitos e costumes madeirenses, para que os nossos valores culturais possam ser transmitidos às novas gerações, tal como o fizeram os nossos pais e avós”. Assim, esta sexta-feira, pelas 10h30, o Serviço Educativo do Museu Etnográfico da Madeira, desloca-se à escola EB1/PE da Calheta. Está inserido no projeto “O Museu vai à Rua”, que visa promover a relação museu/escola/comunidade e em dar a conhecer de forma participativa o património etnográfico regional, através de atividades que pretendem dar a conhecer o museu. Esta atividade tem como objetivo a partilha de saberes com as crianças do pré-escolar (sala dos 5 anos) sob a temática do “Pão por Deus” e será dinamizada uma pintura de saquinhos de pano, com motivos alusivos ao tema, aplicando a técnica de stencil. No dia seguinte, 31 de outubro, será a vez do Núcleo Histórico de Santo Amaro - Torre do Capitão assinalar o Pão Por Deus, numa atividade dirigida às famílias, entre as 10h e as 12h30, com o objetivo de reviver o Pão por Deus, uma tradição dos nossos antepassados. A atividade decorre no Núcleo Histórico de Santo Amaro que, excecionalmente, estará aberto para receber as famílias que vão participar nesta iniciativa. A tradição do “Dia de Pão por Deus” está ligada à tradição madeirense. Antigamente, os pobres pediam de porta em porta o Pão por Deus, que consistia em oferendas de pão e fruta da época. Algumas pessoas também abriam as portas e ofereciam o que estava na mesa. Nos dias de hoje, esta tradição ainda se mantém, mas em moldes diferentes. As crianças saem à rua e com um saco de pano, geralmente decorado na escola, vão pelas casas pedir o “Pão por Deus”, recitam versos e recebem como oferendas broas, bolos.