UMAR Madeira lamenta contínuo desrespeito pelos Direitos Humanos

A UMAR Madeira assinalou hoje, os 71 anos da Declaração dos Direitos Humanos, com a apresentação de um vídeo e uma tertúlia sobre o tema, realçando o papel que as mulheres tiveram nas conquistas obtidas neste domínio. "Como é que uma declaração,...

UMAR Madeira lamenta contínuo desrespeito pelos Direitos Humanos
A UMAR Madeira assinalou hoje, os 71 anos da Declaração dos Direitos Humanos, com a apresentação de um vídeo e uma tertúlia sobre o tema, realçando o papel que as mulheres tiveram nas conquistas obtidas neste domínio. "Como é que uma declaração, que deveria ser universal, pode ainda ser desrespeitada e não ter o impacto urgente que deveria?", questiona-se a UMAR Madeira que, perante esta realidade, se propôs a elaborar um vídeo com uma cronologia da evolução dos direitos humanos na história e o papel que as mulheres foram tendo ao longo dos séculos nessas mesmas conquistas. Entende a UMAR que" a História e a Memória devem ser contadas para que não nos esqueçamos da barbárie em que já vivemos" e isso mesmo está patente no vídeo da autoria de Valentina Silva Ferreira, Joana Martins, Cássia Gouveia e Carina Jasmins, com produção de Diogo Freire, divulgado na página oficial da associação no Facebook. "Neste dia, celebramos as conquistas alcançadas e, ao mesmo tempo, precisamos refletir sobre o caminho para que esta declaração seja efetivamente universal. Em 2018, 87 mil mulheres foram assassinadas no mundo todo. Lembremo-nos das 30 mulheres assassinadas, até à data, este ano, em contextos de violência de género, em Portugal. Pelo mundo, perto de 285 milhões de crianças e jovens não frequentavam a escola, sendo as meninas e raparigas as mais prejudicadas", lembra a UMAR apontado diversos exemplos de desrespeito pelos direitos humanos um pouco por todo o mundo e em que as mulheres são as mais prejudicadas. Enquanto associação feminista, a UMAR afirma que lutará sempre para que "os próximos tempos não sejam de recuos mas, sim, de afirmação de mentalidades mais justas, igualitárias, equitativas, responsáveis, ativas e participativas de uma cidadania democrática".