Venezuela: Maduro cria Conselho Científico e anuncia mais armamento militar

O Presidente da Venezuela ordenou na sexta-feira a criação, por decreto, do Conselho Militar, Científico e Tecnológico para garantir a independência nacional e anunciou a chegada de novo equipamento militar, “apesar do bloqueio e sanções” internacionais. “Ordeno que seja criado, de imediato, o Conselho Militar, Científico e Tecnológico para a independência do sistema de armas venezuelano. Temos os profissionais no país e podemos conseguir. Independência ou nada!”, disse Nicolás Maduro. O Presidente falava durante as comemorações do XV Aniversário do Comando Estratégico Operacional das Forças Armadas Bolivarianas da Venezuela (FANB) que foram transmitidas pelas televisões estatais venezuelana. “Quero insistir na articulação do esforço militar para dotar as FANB de uma indústria e tecnologia do mais alto nível do mundo”, acrescentou. Maduro explicou que é necessário atualizar o sistema tecnológico militar, para defender a Venezuela dos ataques constantes do império norte-americano, e precisou que apesar do bloqueio e das sanções internacionais o país recebeu novo equipamento militar. “Mostraram-me os novos equipamentos militares que chegaram ao país, da mais alta tecnologia do mundo. A Venezuela, apesar de todo o bloqueio e das sanções [internacionais], continua equipando as FANB, para estar pronta para a defesa militar da nossa terra”, disse. Por outro lado, explicou que a Venezuela tem atualmente oito regiões militares estratégicas, que podem dividir-se numa zona dinâmica e 28 zonas de defesa integral, “radicalmente” conduzidas pelas FANB. “Temos as áreas de defesa integral que construíram uma nova estrutura organizativa, que foi posta à prova nos [últimos] exercícios de soberania”, disse, insistindo que o Governo manterá o apoio incondicional ao sistema de defesa nacional. Nicolás Maduro sublinhou ainda que os venezuelanos “têm tudo para fazer o (...) próprio sistema de armas” e que “continuarão a receber colaboração da China e da Rússia”.

Venezuela: Maduro cria Conselho Científico e anuncia mais armamento militar
O Presidente da Venezuela ordenou na sexta-feira a criação, por decreto, do Conselho Militar, Científico e Tecnológico para garantir a independência nacional e anunciou a chegada de novo equipamento militar, “apesar do bloqueio e sanções” internacionais. “Ordeno que seja criado, de imediato, o Conselho Militar, Científico e Tecnológico para a independência do sistema de armas venezuelano. Temos os profissionais no país e podemos conseguir. Independência ou nada!”, disse Nicolás Maduro. O Presidente falava durante as comemorações do XV Aniversário do Comando Estratégico Operacional das Forças Armadas Bolivarianas da Venezuela (FANB) que foram transmitidas pelas televisões estatais venezuelana. “Quero insistir na articulação do esforço militar para dotar as FANB de uma indústria e tecnologia do mais alto nível do mundo”, acrescentou. Maduro explicou que é necessário atualizar o sistema tecnológico militar, para defender a Venezuela dos ataques constantes do império norte-americano, e precisou que apesar do bloqueio e das sanções internacionais o país recebeu novo equipamento militar. “Mostraram-me os novos equipamentos militares que chegaram ao país, da mais alta tecnologia do mundo. A Venezuela, apesar de todo o bloqueio e das sanções [internacionais], continua equipando as FANB, para estar pronta para a defesa militar da nossa terra”, disse. Por outro lado, explicou que a Venezuela tem atualmente oito regiões militares estratégicas, que podem dividir-se numa zona dinâmica e 28 zonas de defesa integral, “radicalmente” conduzidas pelas FANB. “Temos as áreas de defesa integral que construíram uma nova estrutura organizativa, que foi posta à prova nos [últimos] exercícios de soberania”, disse, insistindo que o Governo manterá o apoio incondicional ao sistema de defesa nacional. Nicolás Maduro sublinhou ainda que os venezuelanos “têm tudo para fazer o (...) próprio sistema de armas” e que “continuarão a receber colaboração da China e da Rússia”.