Voo de regresso da Venezuela vai trazer muitos madeirenses

O voo que permitirá o regresso a Portugal de várias pessoas residentes em território nacional que estavam retidas na Venezuela, tem saída de Caracas, e segundo apurou o JM, vai aterrar em Lisboa e está marcado para o próximo dia 13 de junho. O voo vai ser realizado pela Hi Fly, companhia aérea privada portuguesa e vai ter capacidade para 350 pessoas, lugares esses que poderão esgotar muito rapidamente, uma vez que já existiam pelo menos 100 pessoas interessadas em realizá-lo e trará muitos passageiros com destino final na Madeira. Os interessados têm até a próxima segunda-feira para efetuar a reserva no voo, cujo bilhete de avião terá um custo de 796 euros. Segundo informou o cônsul-geral Licínio do Amaral, o voo extraordinário visa única e exclusivamente levar cidadãos portugueses - e outros cidadãos de países na Europa - que ficaram retidos na Venezuela, devido ao fecho do espaço aéreo venezuelano a 15 de março. Tal como o JM tem vindo a noticiar, tinham sido já repatriados alguns cidadãos portugueses em voos organizados por Espanha e Itália, ainda assim, havia uma longa lista de espera de cidadãos portugueses, ou com dupla nacionalidade, que aguardavam a primeira oportunidade para regressarem a Portugal, onde têm residência oficial. Muitos deles são residentes na Madeira. Dossier TAP preocupa Rui Abreu, diretor regional das Comunidades e Cooperação Externa, afirmou ao JM, que havia contactado a Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas e enviado um ofício à mesma, manifestando a capital importância destas ligações da Transportadora Aérea Portuguesa (TAP) para as comunidades e para o país. A questão é complexa, uma vez que existem dois grandes entraves à retoma das ligações aéreas. Rui Abreu explicou que “a TAP já havia prometido anteriormente a retoma destas ligações”, e que dos contactos realizados com a secretaria de estado, obteve a informação de que “existem esforços diplomáticos” do governo em ultrapassar este problema. O outro, deve-se ao facto de o Governo Venezuelano ter o espaço aéreo fechado desde o dia 15 de março, medida tomada com o objetivo de conter a propagação da Covid-19, estando apenas aberto para voos excecionais de repatriamento. O JM teve acesso ao ofício enviado pelo diretor regional, endereçado à secretária de estado esta quarta-feira. No mesmo ofício, Rui Abreu, alerta que “findo o período de suspensão de 90 dias da atividade da TAP, decretado pelo Governo da Venezuela, vimos reiterar a necessidade desta companhia repor a ligação”, uma vez que é um país “que acolhe cerca de 500 mil portugueses e lusodescendentes”, a maioria naturais da Madeira. Leia tudo na edição impressa de hoje do JM.

Voo de regresso da Venezuela vai trazer muitos madeirenses
O voo que permitirá o regresso a Portugal de várias pessoas residentes em território nacional que estavam retidas na Venezuela, tem saída de Caracas, e segundo apurou o JM, vai aterrar em Lisboa e está marcado para o próximo dia 13 de junho. O voo vai ser realizado pela Hi Fly, companhia aérea privada portuguesa e vai ter capacidade para 350 pessoas, lugares esses que poderão esgotar muito rapidamente, uma vez que já existiam pelo menos 100 pessoas interessadas em realizá-lo e trará muitos passageiros com destino final na Madeira. Os interessados têm até a próxima segunda-feira para efetuar a reserva no voo, cujo bilhete de avião terá um custo de 796 euros. Segundo informou o cônsul-geral Licínio do Amaral, o voo extraordinário visa única e exclusivamente levar cidadãos portugueses - e outros cidadãos de países na Europa - que ficaram retidos na Venezuela, devido ao fecho do espaço aéreo venezuelano a 15 de março. Tal como o JM tem vindo a noticiar, tinham sido já repatriados alguns cidadãos portugueses em voos organizados por Espanha e Itália, ainda assim, havia uma longa lista de espera de cidadãos portugueses, ou com dupla nacionalidade, que aguardavam a primeira oportunidade para regressarem a Portugal, onde têm residência oficial. Muitos deles são residentes na Madeira. Dossier TAP preocupa Rui Abreu, diretor regional das Comunidades e Cooperação Externa, afirmou ao JM, que havia contactado a Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas e enviado um ofício à mesma, manifestando a capital importância destas ligações da Transportadora Aérea Portuguesa (TAP) para as comunidades e para o país. A questão é complexa, uma vez que existem dois grandes entraves à retoma das ligações aéreas. Rui Abreu explicou que “a TAP já havia prometido anteriormente a retoma destas ligações”, e que dos contactos realizados com a secretaria de estado, obteve a informação de que “existem esforços diplomáticos” do governo em ultrapassar este problema. O outro, deve-se ao facto de o Governo Venezuelano ter o espaço aéreo fechado desde o dia 15 de março, medida tomada com o objetivo de conter a propagação da Covid-19, estando apenas aberto para voos excecionais de repatriamento. O JM teve acesso ao ofício enviado pelo diretor regional, endereçado à secretária de estado esta quarta-feira. No mesmo ofício, Rui Abreu, alerta que “findo o período de suspensão de 90 dias da atividade da TAP, decretado pelo Governo da Venezuela, vimos reiterar a necessidade desta companhia repor a ligação”, uma vez que é um país “que acolhe cerca de 500 mil portugueses e lusodescendentes”, a maioria naturais da Madeira. Leia tudo na edição impressa de hoje do JM.