XV Colóquio CIE-UMa arranca amanhã no Colégio dos Jesuítas

Arranca esta quinta-feira e prolonga-se até 31 de janeiro o XV Colóquio do Centro de Investigação em Educação da Universidade da Madeira (CIE-UMa), este ano dedicado ao tema “Literacia Científica-Ensino, Aprendizagem e Quotidiano” A sessão...

XV Colóquio CIE-UMa arranca amanhã no Colégio dos Jesuítas
Arranca esta quinta-feira e prolonga-se até 31 de janeiro o XV Colóquio do Centro de Investigação em Educação da Universidade da Madeira (CIE-UMa), este ano dedicado ao tema “Literacia Científica-Ensino, Aprendizagem e Quotidiano” A sessão de abertura está marcada para as 14h30, do dia 30 de janeiro, e vai contar com a presença do secretário regional de Educação, Ciência e Tecnologia, Jorge Carvalho; do presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia; e da vice-reitora da UMa, Elsa Fernandes. "Além dos muitos investigadores e educadores que irão contribuir com os seus trabalhos e reflexões, o Colóquio está estruturado em quatro conferências em torno do ensino das ciências e da educação ambiental", refere a UMa em comunicado. Cecília Galvão, professora catedrática do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, falará logo no primeiro dia sobre “o desafio de ensinar ciências no século XXI”, seguindo-se Hélder Spínola, investigador do CIE-UMa, que irá contrapor o conceito de literacia com o de cultura ambiental. O segundo dia do Colóquio será marcado pela conferência do investigador belga, Jelle Boeve-de Pauw, da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Antuérpia, que abordará a “eficácia da educação ambiental”, sendo o dia encerrado por Sílvia Carreira, investigadora do CIE-UMa, com o tema “Ensino das ciências: da didática à literacia”. "O XV Colóquio do CIE-UMa pretende constituir-se como um espaço de partilha e discussão sobre a importância da educação na promoção da literacia científica, analisando o papel da Escola na forma como prepara cidadãos para um futuro incerto. No mote para esta reflexão, merece destaque a evidência de que a sociedade está cada vez mais imersa em ciência e tecnologia sem que, muitas vezes, os seus cidadãos a compreendam, impossibilitando decisões e escolhas informadas", conclui a mesma nota.